segunda-feira, 21 de maio de 2012

RECURSOS VIVOS MARINHOS


A adesão do país à Comunidade Económica Europeia
(CEE; hoje União Europeia – UE), em 1986, veio introduzir novas alterações no
setor das pescas e a perca da autonomia nas negociações com países terceiros, o
que levou, já na década de 90, e no seguimento das percas de oportunidades de
pesca em diversos pesqueiros externos, ao fim de uma das pescarias externas mais
tradicionais (Marrocos). Sendo no essencial uma política conservacionista, a
política de pescas da UE veio introduzir no setor mais restrições no acesso à
profissão, à atividade e aos recursos, sendo famosa a sua política de abate de
embarcações que, entre outras consequências, tem levado ao desaparecimento de
alguns tipos de barcos tradicionais de Portugal.Assim, a evolução recente da
pesca em Portugal, se analisada pela ótica das quantidades desembarcadas e
quando comparada com outros países da Europa e com o Mundo, mostra bem o
comportamento peculiar das pescas nacionais no contexto global. Tendo registado
um máximo histórico de capturas em 1964, e ao contrário do comportamento das
pescas noutros países, a produção nacional nunca mais voltou a aproximar-se dos
quantitativos dos anos 60 e a ligeira melhoria registada no início dos anos 80
voltou a cair a partir de 1986, ano da adesão à CEE. No contexto da produção das
pescas dos estados que hoje integram a UE, o país assume posição modesta, apenas
se colocando à frente da Bélgica, da Finlândia e da Grécia, encontrando-se muito
longe dos níveis das principais potências haliêuticas, como a Dinamarca e a
Espanha. Todavia, quando verificados outros indicadores, Portugal revela-se, na
UE como um dos Estados mais dependentes da pesca, quer pelo número de pescadores
empregues e sua relação com a população ativa total, quer pelo consumo de
pescado que revela (cerca de 60kg de pescado por habitante/ano). Este consumo,
de longe o mais elevado da UE, quando comparado com os níveis de produção, tem
conduzido a uma balança comercial extremamente deficitária – com um ritmo
crescente – entre as exportações e as importações dos produtos da pesca, que de
uma situação de quase equilíbrio no início da década de 1980 passou para um
défice superior a 600 milhões de euros em 2002, sendo só o bacalhau responsável
por cerca de 40% desse valor.

vida de Matilde rosa lopes de araujo

Matilde Rosa Araújo nasceu em Lisboa em 1921. Licenciou-se em Filologia Românica pela Faculdade de Letra da Universidade Clássica de Lisboa. Foi professora do Ensino Técnico Profissional em Lisboa e noutras cidades do País, assim como professora do primeiro Curso de Literatura para a Infância, que teve lugar na Escola do Magistério Primário de Lisboa.
Tem exercido a sua actividade profissional, como professora, na cidade do Porto.

Autora de livros de contos e poesia para o mundo adulto e de mais de duas dezenas de livros de contos e poesia para crianças, a sua temática centra-se em torno de três grandes eixos de orientação: a infância dourada, a infância agredida e a infância como projecto.

Tem-se dedicado, ao longo da sua vida, aos problemas da criança e à defesa dos seus direitos.

É autora de alguns volumes sobre a importância da infância na criação literária para adultos, sobre a importância da Literatura Infanto-Juvenil na formação da criança e sobre a educação do sentimento poético como mais-valia pedagógica.

Recebeu os seguintes prémios no domínio de Literatura para a Infância:

Grande Prémio de Literatura para Criança da Fundação Calouste Gulbenkian ex-aequo com Ricardo Alberty, em 1980; Prémio atribuído pela primeira vez, para o melhor livro estrangeiro (novela O Palhaço Verde), pela associação Paulista de Críticos de Arte de São Paulo, Brasil, em 1991;

Prémio para o melhor livro para a Infância publicado no biénio 1994-1995, pelo livro de poemas Fadas Verdes, atribuído pela Fundação Calouste Gulbenkian, em 1996.


vida doce e triste de Matilde Rosa Araujo

Matilde Rosa Lopes de Araújo (Lisboa, 20 de Junho de 1921 - Lisboa, 6 de Junho de 2010 foi uma escritora portuguesa, especializada em literatura infantil.


Matilde Rosa Araújo nasceu em Lisboa,em 1921, tendo tirado a sua licenciatura em Faculdade de Letras, da Universidade Clássica  de Lisboa, em 1945. Foi professora do Ensino Técnico-Profissional, e formadora de professores na Escola do Magistério Primário de Lisboa.


Em 1980, recebeu o Grande Prémio de Literatura para Crianças, da Fundaçao Calouste gulbenkian, e o prémio para para o melhor livro infantil, pela mesma fundação, em 1996, pelo seu trabalho Fadas Verdes (livro de poesias de 1994).


A escritora Matilde Rosa Araújo tinha 89 anos quando morreu em sua casa em Lisboa na madrugada de 6 de Julho de 2010. O seu corpo esteve em câmara ardente na Sociedade Portuguesa de Autores, de onde saiu para o Cemitério dos Prazeres.




Obras
  • Capuchinho cinzento
  • A Garrana (ficção,1943)
  • Estrada Sem Nome (ficção, 1947)
  • A Escola do Rio Verde (1950)
  • O Livro da Tila (literatura infantil, 1957)
  • O Palhaço Verde (literatura infantil, 1960), (considerado como o melhor livro estrangeiro, pela associação Paulista de Críticos de Arte de São Paulo, em 1991)
  • Praia Nova (ficção, 1962)
  • História de um Rapaz (1963)
  • O Cantar da Tila (poemas para a juventude, 1967)
  • O Sol e o Menino dos Pés Frios (literatura infantil, 1972)
  • O Reino das Sete Pontas (1974)
  • Balada das Vinte Meninas (literatura infantil, 1977)
  • As Botas do Meu Pai (literatura infantil, 1977)
  • Camões Poeta, Mancebo e Pobre (literatura infantil, 1978)
  • Voz Nua (poesia, 1982)
  • A Velha do Bosque (literatura infantil, 1983)
  • O Passarinho de Maio (literatura infantil,1990)
  • Fadas Verdes (1994)
  • O Chão e a Estrela (ficção, 1997)
  • O Gato Dourado (literatura infantil)
  • Lucilina e Antenor (2008)



Matilde Rosa Araújo

Meu cão:
seus olhos castanhos,
tamanhos
de compreensão.

Meu cão:
seus olhos castanhos,
tamanhos
de mansidão.

Seu nome é Pastor:
seus olhos castanhos,
tamanhos
de amor.
Meu cão...

quinta-feira, 17 de maio de 2012

José Jorge Letria

O LIVRO E O DESTINO DAS CASAS A história abriu o livro de todos os assombros e desceu à rua para perguntar de que cor é a luz que ilumina as praças, que incendeia as vozes. Nunca esse livro se abrira assim, tão ousado e grave, muito antes de se conhecer a palavra fim. Este livro sobreviveu às labaredas de Alexandria, aos holocaustos da palavra e do corpo, ao terror dos meninos nas caves sem pão, nos escombros do inferno da noite, à fúria dos algozes e dos inquisidores, às chamas vorazes de todos os autos-de-fé. Por isso é um livro único como únicas são as grandes palavras comovidas que não sabemos usar quando queremos falar do sono dos filhos, dos netos, de todos aqueles que amamos por serem o conforto da alma agora e na hora dos nossos medos. O livro está aberto à nossa frente mas apressa-se a avisar que não tem resposta para nenhuma das perguntas que, em sobressalto, nos queimam a boca. É um livro autêntico e límpido como as águas dos rios que correm em nós. É um livro valente e sábio. É um livro feito à medida dos mapas onde a história se escreve, mas nada sabe sobre o que está para vir. É somente um livro aberto, com pétalas, conchas e lágrimas de chuva, com o ladrar nocturno dos cães enrodilhados de frio na soleira das portas. E é então que a mão vira a página e pousa numa frase intrigante, num verso de métrica esquiva, pedindo à história, sem timbre de súplica: “Deixa-me falar por ti na hora em que a serenidade voltar às nossas casas” José Jorge Letria

Quando eu for pequeno jose jorge letria

Quando Eu For PequenoQuando eu for pequeno, mãe, 
quero ouvir de novo a tua voz 
na campânula de som dos meus dias 
inquietos, apressados, fustigados pelo medo. 
Subirás comigo as ruas íngremes 
com a certeza dócil de que só o empedrado 
e o cansaço da subida 
me entregarão ao sossego do sono. 

Quando eu for pequeno, mãe, 
os teus olhos voltarão a ver 
nem que seja o fio do destino 
desenhado por uma estrela cadente 
no cetim azul das tardes 
sobre a baía dos veleiros imaginados. 

Quando eu for pequeno, mãe, 
nenhum de nós falará da morte, 
a não ser para confirmarmos 
que ela só vem quando a chamamos 
e que os animais fazem um círculo 
para sabermos de antemão que vai chegar. 

Quando eu for pequeno, mãe, 
trarei as papoilas e os búzios 
para a tua mesa de tricotar encontros, 
e então ficaremos debaixo de um alpendre 
a ouvir uma banda a tocar 
enquanto o pai ao longe nos acena, 
lenço branco na mão com as iniciais bordadas, 
anunciando que vai voltar porque eu sou 
                                                       [pequeno 
e a orfandade até nos olhos deixa marcas. 

terça-feira, 15 de maio de 2012

Álvaro Magalhães.

Dia de ouvir histórias - de Álvaro Magalhães
Hoje começamos o dia a ouvir pequenas histórias de Álvaro Magalhães e ilustração de António Modesto compiladas no livro "O homem que não queria sonhar e outras histórias". Ouvimos histórias de pessoas para pessoas e reflectimos coisas bonitas sobre a vida que muitas vezes nos passam ao lado. Com uma linguagem bastante acessível ao miúdos e deliciosa aos graúdos, são pequenas histórias de fácil digestão, para serem contadas pela manhã ou mesmo ao serão. -Um segredo mal guardado-O espelho-História de uma dor de cabeça-9 horas? Nunca mais!-O homem que não queria sonhar-O cantor e a rosa-O livro que nunca .
No início dos anos 1980, Álvaro começou por publicar poesias e poemas. Em 1982, publicou o seu primeiro livro para crianças: Histórias com Muitas Letras. Desde então, construiu uma obra singular e diversificada, que conta actualmente com mais de três dezenas de títulos e integra contos, poesia, narrativas juvenis e textos dramáticos. Têm-lhe sido atribuídos vários prémios entre os quais se destacam os prémios atribuídos pela Associação Portuguesa de Escritores e pelo Ministério da Cultura entre 1981 e 1985, o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens 2002 para o livro Hipopóptimos – Uma História de Amor e a nomeação para a Lista de Honra do IBBY (International Board on Books For Young People) em 2002, com O Limpa-Palavras e outros Poemas.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Alexandre Parafita

Alexandre Parafita é um grande escritor. Um dos livros mais engraçados é Bruxas feiticeiras e as suas maroteiras.E agora vamos falar-mos sobre esse livro Por cortesia da Texto Editora, acaba de me chegar às mãos mais um livro de um dos mais profícuos autores de Literatura Infantil portugueses: Alexandre Parafita. O livro chama-se “Bruxas, feiticeiras e suas maroteiras”, está integrado na colecção “Contos e Lendas de Tradição Oral” e é enriquecido com belas e sugestivas ilustrações de Fátima Buco. Recorde-se que este autor, há menos de três meses, havia publicado, também na Texto Editora, o livro “Diabos, diabritos e outros mafarricos”, e escassos meses antes, na editora Âmbar, o livro “A mala vazia”. Sempre lançado por grandes editoras (a estas duas, juntam-se também a Asa, a Porto Editora, a Plátano, a Impala, a Civilização, entre outras), os seus livros chegam facilmente a muitos milhares de leitores de todo o país. E as reedições sucessivas que têm são a melhor prova do agrado generalizado do público (o público que lê, obviamente). Mas porquê este interesse crescente pelas obras de Alexandre Parafita? A meu ver, a resposta assenta em três razões fundamentais: 1 – A opção, em grande parte dos seus livros, pelas histórias revitalizadoras da tradição oral. Há nelas, geralmente, uma componente mítica, fabulosa, misteriosa, que fascina, em especial, as crianças. E Alexandre Parafita move-se como ninguém neste terreno, dada a sua condição de pesquisador e estudioso da literatura oral tradicional (faz parte, como investigador, do prestigiadíssimo Centro de Tradições Populares Portuguesas da Universidade de Lisboa). 2 – A estrutura e o estilo narrativos. A estrutura assenta num jogo coerente de combinação de estados e incidentes em que o trágico é, como diria Jolles, simultaneamente “proposto e abolido”, de forma a permitir que sobressaia o sentimento de acontecimento justo, tal como a criança o interpreta. E quanto ao estilo, é de realçar o jogo hábil e estimulante dos diálogos, a ludicidade das formas rimadas e o uso de toda uma estética literária muito enriquecedora no universo criativo da criança. 3 – A ética e a estética das mensagens. Alexandre Parafita é criterioso na selecção e na abordagem das mensagens que transmite aos destinatários da literatura infantil. E se, de um modo geral, vai de encontro, através delas, às grandes preocupações das sociedades modernas civilizadas (com as suas problemáticas ambientais e ecológicas, os valores da justiça e os direitos humanos, a dualidade do bem e do mal...), consegue também, de um modo muito especial, introduzir no universo perceptível da criança algumas marcas da idiossincrasia identitária de um povo, fazendo conviver coerentemente os saberes e os valores consagrados na tradição com a necessidade de uma re-significação perante os novos desafios da modernidade. No livro “Bruxas, feiticeiras e suas maroteiras”, a consagração destes três princípios é ainda enriquecida com a graça e o humor inteligente das histórias narradas. E ao mesmo tempo o leitor fica a conhecer alguns dos “segredos” desses seres fantásticos que habitam o imaginário popular e, especialmente, o imaginário infantil: Que “a bruxa nasce, a feiticeira faz-se” e que “cá e lá, más fadas há”. Mas também que umas e/ou outras despejam o vinho das pipas aos lavradores, dançam nas clareiras nas noites de Sexta para Sábado, untam-se com “ungentos” misteriosos, voam em vassouras, transformam-se em galinhas, porcos e gatos, e fazem feitiços aos animais para que definhem. E pode ainda o pequeno/grande leitor, através destas narrativas, interpretar melhor alguns dos símbolos que as acompanham (a vassoura como objecto mágico das bruxas, a varinha de condão das fadas e a peneira das feiticeiras...). São, afinal, histórias da tradição oral, que o autor recolheu, compilou e estuda no âmbito de um trabalho científico muito reconhecido, mas que agora reconta e recria em linguagem e estilo primorosamente ajustados ao gosto infantil. E também não é por acaso que o livro é dedicado a uma nova geração de contadores de histórias (Ana Santos, Ângelo Torres, António Fontinha, Cristina Taquelim, Fátima Vale, Horácio Santos-“Lalaxo”, Joaninha d’Almeida, Jorge Serafim, Luzia do Rosário, Patrícia Pereira e Pedro Daniel Pereira), a quem o autor apela para que façam regressar os contos “ao mundo mágico em que nasceram: a oralidade”. Porque o texto escrito, quer queiramos ou não, é apenas um registo recorrente nesta ânsia que temos de comunicar

quarta-feira, 25 de abril de 2012

o meu feriado


Dia 25 de Abril é feriado porque se comemora o Dia da Liberdade.

Em Alegrete também se comemorou o 25 de Abril.

Durante a manhã houve uma arruada em Alegrete e em Vale de Cavalos,  pela Banda da Sociedade Recreativa Musical Alegretense, e também foi o hastear da bandeira na sede da Junta de Freguesia.
O hastear da bandeira é o erguer da bandeira no mastro, ao som da  banda a tocar o Hino Nacional.

Na parte da tarde eu fui à palestra, na Sociedade, onde participaram três oradores,o tenente Coronel Matos Serra, o Coronel Andrade da Silva e o professor doutor Marcos Olímpio, da universidade de Évora.

No final da palestra, atuou o Grupo Coral de Alegrete.
Dia 25 de Abril é o dia da Liberdade e por isso é feriado.Revolução dos Cravos refere-se a um período da história de Portugal resultante de um golpe de Estado militar, ocorrido a 25 de Abril de 1974, que depôs o regime ditatorial do Estado Novo, vigente desde 1933, e que iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático, com a entrada em vigor da nova Constituição a 25 de Abril de 1976.Este golpe, normalmente conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido por um movimento militar, o Movimento das Forças Armadas (MFA), composto por oficiais intermédios da hierarquia militar, na sua maior parte capitães[6] que tinham participado na Guerra Colonial e que foram apoiados por oficiais milicianos, estudantes recrutados, muitos deles universitários. Este movimento nasceu por volta de 1973, baseado inicialmente em reivindicações corporativistas como a luta pelo prestígio das forças armadas, acabando por se estender ao regime político em vigor. Sem apoios militares, e com a adesão em massa da população ao golpe de estado, a resistência do regime foi praticamente inexistente, registando-se apenas quatro mortos em Lisboa pelas balas da DGS.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

O gato e o cão



Era uma vez um gato e um cão que eram inimigos.



Um dia o cão chamou saco de pulgas ao gato,e o gato chamou ao cão guerreiro medroso que tem medo de um rato bébe.



E depois disso nunca mais se falaram.



Numa sexta-feira 13 começou a quinta guerra mundial entre o cão e o gato.



Cada soldado tinha armas de brincar.



Na equipa do cão à 7 cães, e na equipa dos gatos á 9 gatos.



Quando a guerra começou e estava prestes a terminar aparceu um pinto armado que deu cabo das duas equipas em 18 segundos.






FIM



Rafael Eduardo e Rodrigo

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Futebol


O futebol é um desporto em que se joga com uma bola.
A muitas pessoas que jogam futebol no mundo mais de 1000 pessoas.
A equipas como Benfica,Porto, Sporting,Real Madrid etc.
Eu adoro futebol e todos os meus colegas da escola de Alegrete.

o rato

Era uma vez um rato chamado Leonardo que chegou a casa e disse a mulher:
Olha mulher temos que mudar de casa.
_E a mulher disse:
Porque?Estamos bem aqui na nossa casa de toupeira.
Eu sei mas amanha vai começar a caça os ratos,e depois somos comidos pelos poderosos gatos.
E a mulher disse:
Pois é já me estava a esquecer.
Passado uns segundos a mulher disse:
Pronto eu já estou pronta e tu marido.
Já esta quase mulher falta só os meus óculos de sol,o secador,a banheira,o microondas e o gelado de chocolate.
Deixa isso, vamos embora falta 1 hora para as 2 da tarde.
Lá foram eles mas ao meio do caminho foram comidos pelos gatos.

FIM

quarta-feira, 18 de abril de 2012

A caixa voadora

Os três amigos













Era uma vez uma dragona que estava a limpar a casa.

Que num momento apareceu um dinossauro que disse: pim...pam...pom...fome...tenho muita fome.


Chegou lá um rato e disse:


-Quero um queijinho que estou muito magrinho!


A dragona foi lá e disse:-Apetece-me uma salada e perdi a minha almofada.


E o dinossauro disse:- Muito bom dia rapaziada!!!!


E o rato disse:


-Vá despachem-se lá, quero o queijinho para cá!


E a Dragona disse:


-Espera querido ratinho,já ai vai o teu queijinho!


O dinossauro disse:


-Estou a ver mal,preciso dos oculos do pai natal.


-E o rato disse:

Epá seus cabeça de melões,não me apetece nada limões.

Mas estava só a brincar FIM

DIANA RAFAEL DIODO

olho dragao


Um dos berlindes mais raros do mundo é o olho dragao.
Eu Francisco tenho 2 olhos dragoes uma cobra de agua 10 olhos de bois etc.
o berlinde que eu mais gosto e o olho dragao e o olho de tigre e as luas.
O meu amigo Elijah tem para aí 300 berlindes e compraos pela internet.
Ele tem dois papa mundos porque eu lhe troquei um cobra.

EU ADORO OS MEUS BERLINDES

Os animais abandonados na rua.:(





Era uma vez um grupo de cachorrinhos bebes e os seus pais,eles viviam no meio da rua do amor.
Quando as pessoas passavam eles ladravam á espera que alguem lhes dessem de comer e uma casa para viver.
Os cachorrinhos estavam cheios de fome e de cede e ladravam ás pessoas por causa disso.
Eles tinham medo de um homem malvado que se chama Gargamel e o seu companheiro o gato Asrraiel,porque sempre que eles lá passavam davam pontapes e tentavam matalos.
Ao contrario do Gargamel eles tinham uns amigos que eram azuis chamados smurfs e uma menina que se chamava smurfina.
Os smurfs ajudam sempre os cachorrinhos quando estão a fugir do malvado Gargamel e o Asrraiel,os smurfs tambem lhes davam de comer e de beber.
Patricia Trindade
Liliane jacinto
Inês vaz

As meninas do professor António!


Ontem as meninas do professor António nasceram.
Eu só sobe hoje quando cheguei à escola.
Eu sobe também que elas vão-se chamar Margarida e a outra Inês.
Espero que estejam todos bem. Um grande bj Margarida Castanho.
E um abraço grande de toda a Escola de Alegrete .

Club Penguin



O Club penguin é um jogo online que se pode fazer muitas coisas.



No club penguin nós somos um pinguin que podemos vesti-lo,jogar com ele e com puffles,tratar de animais e ter o nosso proprio iglu.



Podemos ser assinantes e ter coisas mais fixes no club penguin mas temos de pagar dinheiro verdadeiro.



Nós na nossa escola os do 4 ano temos todos club penguin.






Rafael,Diana,Diogo.



terça-feira, 17 de abril de 2012

berlindes


Berlinde (português europeu) ou Gude, Bola de gude ou Bila (português brasileiro) é uma pequena bola de vidro maciço, pedra, oumetal, normalmente escura, manchada ou intensamente colorida, de tamanho variável, usada em jogos infantis.

Também é conhecido pelos nomes: baleba, bila, biloca, bilosca, birosca, bolinha-de-gude, bolita, boleba, bolega, bolita, bugalho, búraca, búlica, búrica, bute, cabiçulinha, carolo, clica, firo, fubeca, guelas, nica, peca, peteca, pinica, pirosca ou (Mangalho), bolinha, piripiri, xingaua, kamikaze, ximbra e bolíndri.

As modalidades são tão variadas quanto os nomes que o berlinde recebe, variando de cidade para cidade, de rua para rua, de acordo com a criatividade das crianças. Uma das brincadeiras mais popularizadas (o jogo de bolinhas praticado nas histórias daTurma da Mônica) consiste em um círculo desenhado no chão, onde os jogadores devem, com um impulso do polegar, jogar a bolinha. Os jogadores seguintes devem acertar a bolinha, e se conseguirem retirá-la do círculo, elas se tornam suas. Vence aquele que ficar com as bolinhas de seus companheiros.




Dança do ventre


A dança do ventre é uma famosa dança praticada originalmente em diversas regiões do Oriente Médio e da Ásia Meridional. De origem primitiva e nebulosa, datada entre 7000 e 5000 a.C , seus movimentos aliados a música e sinuosidade semelhante a uma serpente foram registrados no Antigo Egito, Babilônia, Mesopôtania, Índia, Pércia e Grécia, e tinham como objetivo preparar a mulher através de ritos religiosos dedicados a deusa para se tornarem mães. Com a invasão dos árabes, a dança foi propagada por todo o mundo. A expressão dança do ventre surgiu na França, em 1893. No Oriente é conhecida pelo nome em árabe raqṣ sharqī (رقص شرقي, literalmente "dança oriental"), ou raqṣ bládi (رقص بلدي, literalmente "dança da região", e, por extensão, "dança popular"), ou pelo termo turco çiftetelli (ou τσιφτετέλι, em grego).

É composta por uma série de movimentos vibrações, impacto, ondulações e rotações que envolvem o corpo como um todo. Na atualidade ganhou aspectos sensuais exóticos, sendo excluída de alguns países árabes de atitude conservadora.

futebol

No jogo real madrid apoel um jogador do apoel choca com um da mesma equipa e salta-lhe um dente.
Quando chegas aos bancos arranca mais um dente.
Porque ele tropeçou no pe do ronaldo o número 7.

adeus meus amigos

Lago dos Cisnes - Ballet Clássico de Moscovo


O Ballet Clássico de Moscovo apresenta "O Lago dos Cisnes", imortalizado por Tchaikovky. Composto por Piotr Ilitch Tchaikovsky em 1876, por encomenda do Teatro Bolshoi de Moscovo, "O Lago dos Cisnes" notabilizou-se pela beleza da sua música. Inspirado numa antiga lenda alemã, O Lago dos Cisnes conta a história de Odette, uma princesa transformada em cisne pela acção perversa de um feiticeiro. Após uma difícil luta entre o poderoso e cruel Von Rothbart, e o Príncipe Siegfried, Odette é finalmente resgatada pelo amor do príncipe.
Margarida Castanho
Patrícia Trindade
17-04-2012

sábado, 14 de abril de 2012

sexta-feira, 13 de abril de 2012

O ovo da Páscoa desaparecido

Era uma vez um coelho que foi a cidade comprar um ovo da Páscoa para dar ao seu filho,como só tinha 5 euros decidiu também comprar um presente a mulher.Saiu da loja e foi a casa da sua mãe onde estava a sua mulher e o seu filho,e foi ao carro buscar o ovo e o presente para a mulher, mas quando foi a ver do ovo ele tinha desaparecido,e o pai do menino acho muito estranho.Quando ia para casa disse a mulher e ao filho que tinha que ir procura porque era um ovo muito especial,a mãe perguntou porque era tão especial,mas o pai não lhe respondeu.Ao fim de dois dias encontrou o ovo mas o coelho ja tinha nascido.Quando chegou a casa foi dar o coelho ao filho e o presente a mulher,eles gostaram muito.E assim passou a Páscoa.

A tartaruga esquecida


No dia 26 de dezembro a tartaruga vitória
foi á casa do coelho brincalhão que estava
a limpar a casa inteira e disse:equanto
não limpar a casa toda não saio de casa.
Eu ajudote a limpar a casa mas tem de ser devagar
porque as tartarugas andam devagar e fazem as coisas
devagar por isso.
Está bem és a melhor tartaruga que eu já vi
sabias.
Olha enquanto tu vais limpando a casa eu vou ás compras
está bem?Sim está bem.
Quando o coelho bricalhão voltou tinha a casa limpa de uma ponta a outra
mas a tartaruga tinha-se esquecido de limpar o quarto.
Na mesma ficaram amigos para sempre.
escrito por liliane

Ballet


Balé (do françês Ballet) é o nome dado a um estilo de dança que se originou nas cortes da Itália renascentista durante o século XV, e que se desenvolveu ainda mais na Inglaterra, Rússia e França como uma forma de dança de concerto. As primeiras apresentações diante da plateia eram feitas com o público sentado em camadas ou galerias, disposto em três lados da pista de dança. Elas são realizadas principalmente com o acompanhamento de música clássica.O balé é um tipo de dança influente a nível mundial que possui uma forma altamente técnica e um vocabulário próprio. Este gênero de dança é muito difícil de dominar e requer muita prática. Ele é ensinado em escolas próprias em todo o mundo, que usam suas próprias culturas e sociedades para informar esse tipo de arte. As diferentes técnicas de balé, entre elas mímica e atuação, são coreografadas e realizadas por artistas formados e também acompanhadas por arranjos musicais (geralmente de orquestra mas, ocasionalmente, vocal). É um estilo equilibrado de dança que incorpora as técnicas fundamentais para muitas outras formas de dança. A sua forma mais conhecida é o balé romântico ou "Ballet Blanc", que valoriza a bailarina em detrimento de qualquer outro elemento, focando no trabalho de pontas, fluidez e movimentos acrobáticos precisos. Esta forma utiliza como figurino o convencional tutu francês de cor branca.Atualmente existem várias outras modalidades de balé, entre eles balé expressionista, neoclássico e modalidades que incorporam elementos da dança moderna.Os princípios básicos do balé são : postura ereta ; uso do en dehors (rotação externa dos membros inferiores), movimentos circulares dos membros superiores, verticalidade corporal, disciplina, leveza, harmonia e simetria

nerf



As nerf sao umas pistolas que disparam balas a fingir que sao verdadeiras. A nerf que eu mais gosto e a nerf jolt, maverick e stampede.



Eu, o Rodrigo, o Rafael e o oElijah temos nerfs.



Titanic


Era uma vez um barco muito grande, o maior barco do mundo. Ele ia estriar a sua primeira viajem. E todas as pessoas queriam viajar nele mas os bilhetes eram muito caros. Os ricos em cima e os pobres em baixo. Aquelo era um luxo. O barco no dia 14 de abril de 1912, durante sua viagem inaugural, entre Southampton, na Inglaterra, e Nova York, nos Estados Unidos, chocou-se com um iceberg no Ociano Antlântico e afundou duas horas e quarenta minutos depois, na madrugada do dia 14 de abril de 1912. Até o seu lançamento em 1912, ele foi o maior navio de passageiros do mundo.Com 2.240 pessoas a bordo, o naufrágio resultou na morte de 1.523 pessoas, hierarquizando-o como uma das piores catástrofes marítimas de todos os tempos. O Titanic provinha de algumas das mais avançadas tecnologias disponíveis da época e foi popularmente referenciado como "inafundável" - na verdade, um folheto publicitário de 1910, da White Star Line, sobre o Titanic, alegava que ele fora "concebido para ser inafundável".tempos. FIM
Margarida Castanho
13/04/2012

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Júpiter é o maior planeta do Sistema Solar, tanto em diâmetro quanto em massa e o quinto mais próximo do Sol. Possui menos de um milésimo da massa solar, mas 2,5 vezes a massa de todos os outros planetas em conjunto. É um planeta gasoso junto com Saturno, Urano e Neptuno. Estes quatro planetas são por vezes chamados de planetas jupiterianos ou planetas jovianos. Júpiter é um dos quatro gigantes gasosos, isto é, não é composto primariamente de matéria sólida.
Júpiter é composto principalmente de hidrogênio e hélio. O planeta também pode possuir um núcleo composto por elementos mais pesados. Por causa de sua rotação rápida, de cerca de dez horas, ele possui o formato de uma esfera oblata. Sua atmosfera é dividida em diversas faixas, em várias latitudes, resultando em turbulência e tempestades onde as faixas se encontram. Uma dessas tempestades é a Grande Mancha Vermelha, uma das características visíveis de Júpiter mais conhecidas e proeminentes, cuja existência data do século XVII, com ventos de até 500 km/h e possuindo um diâmetro transversal duas vezes maior do que a Terra.
Júpiter é observável a olho nu, com uma magnitude aparente máxima de -2,8, sendo no geral o quarto objeto mais brilhante no céu, depois do Sol, da Lua e de Vênus. Por vezes, Marte aparenta ser mais brilhante do que Júpiter. O planeta era conhecido por astrônomos de tempos antigos e era associado com as crenças mitológicas e religiosas de várias culturas. Os romanos nomearam o planeta de Júpiter, um deus de sua mitologia.
Júpiter possui um tênue sistema de anéis, e uma poderosa magnetosfera. Possui ao menos 64 satélites, dos quais se destacam os quatro descobertos por Galileu Galilei em 1610: Ganímedes, o maior do Sistema Solar, Calisto, Io e Europa, os três primeiros são mais massivos que a Lua e o primeiro, tem um diâmetro maior que o do planeta Mercúrio.
Em tempos modernos, várias sondas espaciais visitaram Júpiter, todas elas de origem estado-unidense. A Pioneer 10 passou por Júpiter em Dezembro de 1973, seguida pela Pioneer 11, cerca de um ano depois. A Voyager 1 passou em março de 1979, seguida pela Voyager 2 em Julho do mesmo ano. A Galileu entrou em órbita de Júpiter em 1995, enviando uma sonda através da atmosfera de Júpiter no mesmo ano e conduzindo múltiplas aproximações com os satélites galileanos até 2003. A sonda Galileu também presenciou o impacto do cometa Shoemaker-Levy 9 em Júpiter em 1994, possibilitando a observação direta deste evento. Outras missões incluem Ulysses, Cassini-Huygens, e New Horizons, que utilizaram o planeta para aumentar sua velocidade e ajustar sua direção aos seus respectivos objetivos. Um futuro alvo de exploração é Europa, satélite que potencialmente possui um oceano líquido.

Mercúrio (planeta)

Mercúrio é o menor e mais interno planeta do Sistema Solar, orbitando o Sol a cada 87,969 dias terrestres. Sua órbita tem a maior excentricidade e seu eixo apresenta a menor inclinação em relação ao plano da órbita dentre todos os planetas do Sistema Solar. Mercúrio completa três rotações em torno de seu eixo a cada duas órbitas. O periélio da órbita de Mercúrio apresenta uma precessão de 43 segundos de arco por século, um fenômeno explicado somente no século XX pela Teoria da Relatividade Geral formulada por Albert Einstein.

Sua aparência é brilhosa quando observado da Terra, tendo uma magnitude aparente que varia de −2,3 a 5,7, embora não seja facilmente observado pois sua separação angular do Sol é de apenas 28,3º. Uma vez que Mercúrio normalmente se perde no intenso brilho solar, exceto em eclipses solares, só pode ser observado a olho nu durante o crepúsculo matutino ou vespertino.
Comparado a outros planetas, pouco se sabe a respeito de Mercúrio, pois telescópios em solo terrestre revelam apenas um crescente iluminado com detalhes limitados. As duas primeiras espaçonaves a explorar o planeta foram a Mariner 10, que mapeou aproximadamente 45% da superfície do planeta entre 1974 e 1975, e a MESSENGER, que mapeou outros 30% da superfície durante um sobrevoo em 14 de janeiro de 2008. O último sobrevoo ocorreu em setembro de 2009 e a nave está programada para entrar em órbita do planeta em 2011, quando começará a mapear o restante do planeta.
Mercúrio tem uma aparência similar à da Lua com crateras de impacto e planícies lisas, não possuindo satélites naturais nem uma atmosfera substancial. Entretanto, diferentemente da Lua, possui uma grande quantidade de ferro no núcleo que gera um campo magnético cuja intensidade é cerca de 1% da intensidade do campo magnético da Terra. É um planeta excepcionalmente denso devido ao tamanho relativo de seu núcleo. A temperatura em sua superfície varia de 90 a 700 K (−183 °C a 427 °C). O ponto subsolar é a região mais quente e o fundo das crateras perto dos polos as regiões mais frias.
As primeiras observações registradas de Mercúrio datam pelo menos do primeiro milênio antes de Cristo. Antes do século IV a.C., astrônomos gregos acreditavam que se tratasse de dois objetos distintos: um visível no nascer do sol, ao qual chamavam Apolo, e outro visível ao pôr-do-sol, chamado de Hermes. O nome em português para o planeta provém da Roma Antiga, onde o astro recebeu o nome do deus romano Mercúrio, que tinha na mitologia grega o nome de Hermes (Ἑρμῆς). O símbolo astronômico de Mercúrio é uma versão estilizada do caduceu de Hermes.

Mercúrio (elemento químico)

Mercúrio é um metal líquido à temperatura ambiente, conhecido desde os tempos da Grécia Antiga. Também é conhecido como hidrargírio, hidrargiro, azougue e prata-viva, entre outras denominações. Seu nome homenageia o deus romano Mercúrio, que era o mensageiro dos deuses. Essa homenagem é devida à fluidez do metal. O símbolo Hg vem do latim "hydrargyrum" que significa prata líquida.
O mercúrio é um elemento químico de número atômico 80 (80 prótons e 80 elétrons) e massa atómica 200,5 u. É um dos seis elementos que se apresentam líquidos à temperatura ambiente ou a temperaturas próximas. Os outros elementos são os metais césio, gálio, frâncio e rubídio e o não metal bromo. Dentre os seis, porém, apenas o mercúrio e o bromo são líquidos nas condições padrão de temperatura e pressão.
O mercúrio pertence ao grupo (ou família) 12 (anteriormente chamada 2B) e faz parte da classe dos metais de transição. Tal grupo é ainda chamado família do zinco, na tabela periódica.
Normalmente utilizado em instrumentos de medidas (termômetros e barômetros), lâmpadas fluorescentes e como catalisador em reações químicas.
A Terra é o terceiro planeta mais próximo do Sol, o mais denso e o quinto maior dos oito planetas do Sistema Solar. É também o maior dos quatro planetas telúricos. É por vezes designada como Mundo ou Planeta Azul. Lar de milhões de espécies de seres vivos, incluindo os humanos, a Terra é o único corpo celeste onde é conhecida a existência de vida. O planeta formou-se há 4,54 bilhões (mil milhões) de anos, e a vida surgiu na sua superfície um bilhão de anos depois. Desde então, a biosfera terrestre alterou significativamente a atmosfera e outros fatores abióticos do planeta, permitindo a proliferação de organismos aeróbicos, bem como a formação de uma camada de ozônio, a qual, em conjunto com o campo magnético terrestre, bloqueia radiação solar prejudicial, permitindo a vida no planeta. As propriedades físicas do planeta, bem como suas história geológica e órbita, permitiram que a vida persistisse durante este período. Acredita-se que a Terra poderá suportar vida durante pelo menos outros 500 milhões de anos.
A sua superfície exterior está dividida em vários segmentos rígidos, chamados placas tectônicas, que migram sobre a superfície terrestre ao longo de milhões de anos. Cerca de 71% da superfície da Terra está coberta por oceanos de água salgada, com o restante consistindo de continentes e ilhas, os quais contêm muitos lagos e outros corpos de água que contribuem para a hidrosfera. Não se conhece a existência de água no estado líquido em equilíbrio, necessária à manutenção da vida como a conhecemos, na superfície de qualquer outro planeta. Os polos geográficos da Terra encontram-se maioritariamente cobertos por mantos de gelo ou por banquisas. O interior da Terra permanece ativo, com um manto espesso e relativamente sólido, um núcleo externo líquido que gera um campo magnético, e um núcleo interno sólido, composto sobretudo por ferro.
A Terra interage com outros objetos no espaço, em particular com o Sol e a Lua. No presente, a Terra orbita o Sol uma vez por cada 366,26 rotações sobre o seu próprio eixo, o que equivale a 365,26 dias solares ou um ano sideral. O eixo de rotação da Terra possui uma inclinação de 23,4° em relação à perpendicular ao seu plano orbital, produzindo variações sazonais na superfície do planeta com período igual a um ano tropical (365,24 dias solares). A Lua é o único satélite natural conhecido da Terra, tendo começado a orbitá-la há 4,53 bilhões de anos. É responsável pelas marés, estabiliza a inclinação axial da Terra e abranda gradualmente a rotação do planeta. Entre aproximadamente 4,1 e 3,8 bilhões de anos atrás, durante o intenso bombardeio tardio, impactos de asteroides causaram mudanças significativas na superfície terrestre.
Os recursos minerais da Terra em conjunto com os produtos da biosfera, fornecem recursos que são utilizados para suportar uma população humana global. Estes habitantes da Terra estão agrupados em cerca de 200 estados soberanos, que interagem entre si por meio da diplomacia, viagens, comércio e ação militar. As culturas humanas desenvolveram várias crenças sobre o planeta, incluindo a sua personificação em uma deidade, a crença numa Terra plana, ou em que a Terra é o centro do universo, e uma perspectiva moderna do mundo como um ambiente integrado que requer proteção.É o nosso planeta e vivemos nele com orgulho.

Águas subterrâneas

Em geologia considera-se água subterrânea toda aquela água que ocupa todos os espaços vazios de uma formação geológica, os chamados aquíferos.

Nem toda água que está embaixo da terra é considerada como água subterrânea por haver uma distinção daquela que ocupa o lençol freático, que é chamada de água de solo e tem maior interesse para a agronomia e botânica.

Um maciço rochoso ou um solo argiloso, pode servir de leito para as águas subterrâneas, pois permitem que ela se acumule e elimine todos os espaços vazios do solo.

Em geral, as águas subterrâneas são armazenadas ou em rochas sedimentares porosas e permeáveis, ou em rochas não-porosas, mas fraturadas. Neste último caso, as fraturas geram um efeito físico similar ao da permeabilidade. Um caso menos frequente é o das rochas calcáreas, nas quais até mesmo a baixa acidez das águas da chuva é capaz de abrir verdadeiros túneis, por onde flui a água subterrânea.

A maior reserva de água doce do mundo se encontra nas geleiras (quase 70 %) seguida pela existente no subsolo (quase 30%),representando esta última cerca de 90% do total de água doce disponível para consumo humano.

Uma das maiores reservas de águas subterraneas do mundo é o famoso Aqüífero Guarani, que ocupa o subsolo do nordeste da Argentina, centro-sudoeste do Brasil, noroeste do Uruguai e sudeste do Paraguai.

A história do Titanic e dos dois outros navios gémeos começa num jantar na mansão londrina de James P. Morgan, sócio maioritário dos maiores estaleiros do mundo, Harland & Wolff.Nesse jantar do dia 10 de Junho de 1907 com Bruce Ismay, presidente da “White Star Line”, foi decidida a construção dos três maiores navios do mundo: O Olympic, o Titanic e o Jagantic que, após a tragédia com o Titanic, seria rebaptizado de Britanic.Era objectivo desta companhia concorrer na rota do Atlântico com a Cunard Line, proprietária das embarcações MAURiTANIA e LUSITANIA.Curiosamente ou talvez não, a casa onde nasceu o Titanic, é hoje a embaixada da Espanha no Reino Unido.Embora a companhia de navegação “White Star Line” tivesse sido fundada em 1869 na Inglaterra, desde 1902 fazia parte de uma holding norte-americana chamada “International Mercantil Marine”.O seu presidente era Bruce Ismay, apontado por muitos historiadores como o principal causador da tragédia do Titanic.Bruce Ismay era passageiro do Titanic na viagem de inauguração e foi ele quem deu ordens ao capitão Smith para viajar à velocidade máxima, mesmo numa zona de icebergs.Não morreu no acidente porque tomou o lugar de uma senhora num dos botes salva-vidas. Foi posteriormente rejeitado pela sociedade britânica, tendo morrido só na sua mansão nos arredores de Londres.Um ano e meio depois do jantar na mansão de James Morgan, foi iniciada a construção do Titanic. Era a manhã do dia 31 de Março de 1909.Embora nos estaleiros “Harland & Wolff” trabalhassem mais de 14 mil operários, apenas 1700 homens trabalharam duramente durante 27 meses para acabar a construção do Titanic.Para a construção foram necessárias 27 mil toneladas do melhor aço. O casco era composto por chapas de aço de 2,5cm de expessura que se uniam com mais de 3 milhões de rebites. Note-se que nessa altura ainda não tinha sido inventada a soldadura, usando-se rebites para a união das chapas.A construção do navio custou à White Star Line 10 milhões de dólares de 1912, uma astronómica soma para a época, correspondendo a uns 1000 milhões de Euros.O dinheiro para financiar esta construção veio dos Estados Unidos, mais concretamente de James Morgan. Foi lançado à água no dia 31 de Maio de 1911 pelas 12 horas. A este acto tão importante assistiram, para além do presidente da Câmara de Belfast, James Morgan e todos os directores, pessoal da empresa construtora e da companhia de navegação e mais de 100 mil pessoas que se amontoaram pelos arredores dos estaleiros para presenciarem o nascimento do navio dos sonhos.Foi um acto impressionante, como tudo o que estava relacionado com o Titanic, por exemplo, as suas dimensões: Desde a coberta principal até à quilha tinha 57 metros de altura, desde a proa até à popa 270 metros de comprimento e 30 de largura. Na coberta do Titanic poderiam ter sido construídos 3 campos de futebol. Cada uma das 3 âncoras pesava 15 toneladas. O casco pesava 46 mil toneladas de peso bruto. As duas hélices laterais de 3 pás, mediam 7 metros de diâmetro e pesavam 38 toneladas cada uma. A hélice do meio, de 4 pás, media 5 metros e pesava 22 toneladas.Era capaz de deslocar 52.250 toneladas. A propulsão era assegurada por 29 caldeiras com 159 fornalhas, proporcionando uma potência total de 46.000 hp e 3 hélices permitiam uma velocidade de até 24 nós. Tinha capacidade para 3547 pessoas (passageiros e tripulação).O Titanic teve a sua construção (sob número de quilha 401 da Harland & Wolff) iniciada a 31 de Março de 1909 tornando-se o maior objeto móvel construído pelo homem.Em Julho de 1911 é marcada a data da viagem inaugural do Titanic : 20 de Março de 1912 .Devido ao embate do Olympic com o cruzador da marinha britânica Hawke, ficando com importantes avarias que obrigaram o estaleiro a fornecer homens e materiais para efectuar as reparações do Olympic, a primeira viagem do Titanic foi adiada para o dia 10 de Abril de 1912.A 3 de Fevereiro de 1912, O Titanic deu entrada na Thompson Graving Dock, concluíram-se os acabamentos e iniciaram-se os testes de mar onde foram realizadas manobras para testes da embarcação e dos seus equipamentos.No dia 2 de Abril partiu, sob o comando do Capitão Bartlett, para Southampton (a 570 milhas), o porto base para as viagens que começaria a realizar. Onde chegou na madrugada do dia 4 e iniciou o carregamento de carga e suprimentos, além de receber a bordo a maior parte da tripulação.A embarcação ficou pronta para zarpar na sua viagem inaugural no dia 9 de Abril.No dia 10 de Abril, às 07:30 tomou o comando o Capitão Edward J. Smith, antigo comandante da Olympic.

sábado, 31 de março de 2012

A Bela adormecida


Era uma vez... um rei e uma rainha que desejavam muito ter um bebê. Um dia nasceu uma menina, a princesa tão desejada.

Quando ela completou um ano, o rei ofereceu uma festa convidando o dono das terras vizinhas, com seu pequeno filho.

Durante a festa, chegaram três fadas para presentear a princesa. A primeira lhe desejou beleza; a segunda lhe desejou formosura. Mas antes que a terceira pudesse dizer seu desejo, apareceu uma feiticeira e rogou uma praga:

- Quando completares 15 anos, menina, hás de espetar teu dedo num fuso e hás de morrer.

E, dizendo isso, desapareceu.

Diante do espanto de todos, a terceira fada falou:

- Não, a princesa não vai morrer. Cairá em sono profundo, porque esse é o meu desejo, e despertará, depois, com um beijo de amor.

O rei ficou muito assustado e ordenou que queimassem todas as rocas do reino pra livrar a princesa da maldição da bruxa.

Tempos depois... a jovem, que já tinha completado 15 anos, possuía todas as virtudes concedidas pelas fadas e era amada por todos. Um dia passeando pelo castelo chegou até a torre mais alta. Quando abriu a porta, deparou-se com uma velha fiando linho. Era a feiticeira, disfarçada.

A princesa ficou muito interessada, pois nunca tinha visto uma máquina como aquela e quis fiar também. Ao tentar, furou o dedo e logo adormeceu. O mesmo aconteceu com todos os habitantes do castelo.

As fadas logo, logo, ficaram sabendo do que tinha acontecido e correram para o castelo e levaram a princesa para seus aposentos. O príncipe foi logo, logo, avisado do que acontecera.

E a bruxa, sabendo que o príncipe tentaria salvar a jovem, quis esconder o castelo e fez crescer ao redor dele uma floresta, assim, de repente, num passe de mágica.

O príncipe partiu imediatamente pra salvar a princesa. Mas, ao chegar, deparou-se com a floresta fechando todos os caminhos. Desorientado, ele não sabia mais o que fazer, lembrou-se então das fadas e pediu-lhes ajuda. Estas fizeram então aparecer em suas mãos um machado.

E foi com ele que o príncipe abriu caminho e pôde entrar no castelo. Chegou à torre aproximou-se da princesa e a beijou. Ela despertou, linda, linda!.

Iniciava-se assim uma nova era de felicidade pra todos.

A Branca de Neve e os sete anões


Há muito tempo, num reino distante, viviam
um rei, uma rainha e sua filhinha, a princesa Branca de Neve.
Sua pele era branca como a neve, os lábios vermelhos como o sangue e
os cabelos pretos como o ébano.
Um dia, a rainha ficou muito doente e morreu. O rei,
sentindo-se muito sozinho, casou-se novamente.
O que ninguém sabia é que a nova rainha era uma feiticeira
cruel, invejosa e muito vaidosa. Ela possuía um espelho mágico,
para o qual perguntava todos os dias:
— Espelho, espelho meu! Há no mundo alguém mais bela
do que eu?
— És a mais bela de todas as mulheres, minha rainha!
— respondia ele.
Branca de Neve crescia e ficava cada vez mais bonita,
encantadora e meiga. Todos gostavam muito dela, exceto a rainha,
pois tinha medo que Branca de Neve se tornasse mais bonita que
ela.
Depois que o rei morreu, a rainha obrigava a princesa a
vestir-se com trapos e a trabalhar na limpeza e na arrumação de
todo o castelo. Branca de Neve passava os dias lavando, passando e
esfregando, mas não reclamava. Era meiga, educada e amada por
todos.
Um dia, como de costume, a rainha perguntou ao espelho:
— Espelho, espelho meu! Há no mundo alguém mais bela
do que eu?
— Sim, minha rainha! Branca de Neve é agora a mais
bela!
A rainha ficou furiosa, pois queria ser a mais bela para
sempre. Imediatamente mandou chamar seu melhor caçador e ordenou
que ele matasse a princesa e trouxesse seu coração numa caixa.
No dia seguinte, ele convidou a menina para um passeio na
floresta, mas não a matou.
— Princesa, — disse ele — a rainha ordenou
que eu a mate, mas não posso fazer isso. Eu a vi crescer e sempre
fui leal a seu pai.
— A rainha?! Mas, por quê? — perguntou a
princesa.
— Infelizmente não sei, mas não vou obedecer a rainha
dessa vez. Fuja, princesa, e por favor não volte ao castelo,
porque ela é capaz de matá-la!
Branca de Neve correu pela floresta muito assustada,
chorando, sem ter para onde ir.
O caçador matou uma gazela, colocou seu coração numa caixa e
levou para a rainha, que ficou bastante satisfeita, pensando que a
enteada estava morta.
Anoiteceu. Branca de Neve vagou pela floresta até encontrar
uma cabana. Era pequena e muito graciosa. Parecia habitada por
crianças, pois tudo ali era pequeno.
A casa estava muito desarrumada e suja, mas Branca de Neve
lavou a louça, as roupas e varreu a casa. No andar de cima da
casinha encontrou sete caminhas, uma ao lado da outra. A moça
estava tão cansada que juntou as caminhas, deitou-se e dormiu.
Os donos da cabana eram sete anõezinhos que, ao voltarem
para casa, se assustaram ao ver tudo arrumado e limpo.
Os sete homenzinhos subiram a escada e ficaram muito
espantados ao encontrar uma linda jovem dormindo em suas camas.
Branca de Neve acordou e contou sua história para os anões,
que logo se afeiçoaram a ela e a convidaram para morar com eles.
O tempo passou... Um dia, a rainha resolveu consultar
novamente seu espelho e descobriu que a princesa continuava viva.
Ficou furiosa. Fez uma poção venenosa, que colocou dentro de uma
maçã, e transformou-se numa velhinha maltrapilha.
— Uma mordida nesta maçã fará Branca de Neve dormir
para sempre — disse a bruxa.
No dia seguinte, os anões saíram para trabalhar e Branca de
Neve ficou sozinha.
Pouco depois, a velha maltrapilha chegou perto da janela da
cozinha. A princesa ofereceu-lhe um copo d’água e
conversou com ela.
— Muito obrigada! — falou a velhinha —
coma uma maçã... eu faço questão!
No mesmo instante em que mordeu a maçã, a princesa caiu
desmaiada no chão. Os anões, alertados pelos animais da floresta,
chegaram na cabana enquanto a rainha fugia. Na fuga, ela acabou
caindo num abismo e morreu.
Os anõezinhos encontraram Branca de Neve caída, como se
estivesse dormindo. Então colocaram-na num lindo caixão de
cristal, em uma clareira e ficaram vigiando noite e dia,
esperando que um dia ela acordasse.
Um certo dia, chegou até a clareira um príncipe do reino
vizinho e logo que viu Branca de Neve se apaixonou por ela.
Ele pediu aos anões que o deixassem levar o corpo da princesa para seu castelo,
e prometeu que velaria por ela.
Os anões concordaram e, quando foram erguer o caixão,
este caiu, fazendo com que o pedaço de maçã que estava alojado
na garganta de Branca de Neve saísse por sua boca,
desfazendo o feitiço e acordando a princesa.
Quando a moça viu o príncipe, se apaixonou por ele.
Branca de Neve despediu-se dos sete anões e partiu
junto com o príncipe para um castelo distante onde se
casaram e foram felizes para sempre.

Espero que tenham gostado!