terça-feira, 4 de outubro de 2011

A implantação da Républica



Portugal foi, desde a sua fundação, governado por reis. A essa forma de governo chama-se monarquia.
No entanto, nos finais do século XIX, havia muitas pessoas que achavam que a monarquia não era a melhor forma de governar um país: o rei reinava a vida toda.
Quando morria era o filho mais velho, o príncipe, que tomava o seu lugar.
Os problemas que as pessoas viam na monarquia eram devidos a coisas muito simples:
E se o rei governasse mal?E se fosse cruel para com os súbditos (o povo)?E se ficasse doente ou louco?E se tivesse ideias extravagantes que prejudicassem as pessoas?E se decidisse mal coisas importantes para o país?E se se deixasse influenciar demais por pessoas com más intenções?
Claro que estes problemas podem acontecer com qualquer governante, fosse ele um rei ou outro...No entanto, as vantagens de uma forma de governar diferente eram vistas como boas. Seria um sistema diferente: uma república.
As repúblicas têm dirigentes eleitos por períodos de tempo mais curtos, e o controlo do poder parecia mais eficaz.
Por tudo isto, grupos de cidadãos portugueses, partidários de um sistema de governo republicano, foram-se revoltando e acabaram por conseguir terminar com a monarquia e implantar a República, como vinha acontecendo noutros países da Europa.
Isto aconteceu a 5 de Outubro de 1910.
A República foi proclamada dos Paços do Concelho (a Câmara Municipal) em Lisboa. A importância deste facto foi tal que se decidiu que essa data fosse um dia feriado.
O último rei foi D. Manuel II que partiu para Inglaterra com a restante família real, ficando aí a viver no exílio.
O primeiro presidente foi Teófilo Braga, mas foi apenas presidente do Governo Provisório até às eleições, onde foi eleito como primeiro Presidente de Portugal Manuel de Arriaga.

A implantação da República fez com que Portugal mudasse a sua bandeira e o seu hino para aqueles que temos actualmente e o nome da sua moeda para o escudo.

O veado vermelho






Como muitos cervídeos, o veado-vermelho é uma espécie social. Durante a maior parte do ano, machos e fêmeas andam em grupos separados por sexo. Na época do acasalamento, entre setembro e novembro, os machos adultos formam haréns com até 20 fêmeas. Nessa época os machos competem pelas fêmeas, medindo visualmente suas forças pela forma e tamanho das galhadas. Os machos também emitem altos bramidos que atraem as fêmeas e servem para intimidar os rivais - o que faz com que a época de reprodução seja conhecida por brama.

Os meus animais favoritos



Andorinha,burro,cavalo,doninha,égua,foca,gato,hiena,iguana,

Jacaré,Kuala,leão,macaco,naja,ovelha,preguissa,quati,rapoza,

Sapo,tatu,urso,vaca,ximangoe também a zebra!...

OS ANIMAIS DOMESTICOS

Há muitos animais domésticos no mundo.
Como o cão, gato, peixe, pássaro, etc...
O pássaro come muito, faz ninhos por cima e por baixo dos telhados.
A ovelha come erva e dá leite para os seus borreguinhos.
A vaca dá leite e com o leite faz-se queijos, podemos bebê-lo e fazer iogurtes.
O gato gosta de comer ratos fritos, leite e peixe.
O cão é o melhor amigo do homem e também há muitas raças deles.
O peixe come comida de peixe. Nós também comemos os peixes.

O husky siberiano



O husky siberiano é muito brincalhão. Por esse motivo, este cão é recomendado para as crianças com cinco anos em diante.
São muito carinhosos e atenciosos, entretanto precisam gastar suas energias para que não se tornem problemas para seu dono.
Crianças com menos de quatro anos podem não ter domínio sobre o cão, pois ele também é dotado de uma grande força.
Normalmente completamente dócil e afetuoso com as pessoas, os siberianos possuem um forte ininstinto de caçador e podem matar gatos,coelhos,galinhas, pássaros e outros pequenos animais.
Devem ser mantidos em cercados seguros pois frequentemente desaparecem em longas viagens para caçar. Não se deve permitir-lhes passearem sozinhos ou sem coleira.
Eles são treináveis até um certo grau, mas paciência é necessária. São naturalmente independentes e não vão obedecer cegamente a todos os comandos.
Não tendem a comportamento agressivo ante outros cães, mas se atacados lutam ferozmente.
Os Huskys são também cães de trabalho desenvolvidos para puxar trenós. Por esse motivo, é bom fazê-lo puxar de vez em quando de 6 a 11 quilos.

A Águia de Bonneli






Águia de tamanho médio, com uma envergadura que varia entre o 1,5 m e 1,8 m, e com peso entre 1500 a 2400 gr. Em adulta com plumagem escura nas asas, branca na parte inferior do corpo, e com mancha branca típica no centro do dorso (bem visível por ter penas muito escuras em redor). Tem uma banda negra na extremidade da cauda. Os juvenis têm uma plumagem totalmente distinta, com asas castanho escuras e restante corpo em tons castanho amarelados, cor de mel. Progressivamente, ao longo de 4 anos, vai adquirindo os padrões da plumagem adulta. Os sexos distinguem-se sobretudo pelo tamanho, cerca de 20 cm de diferença em termos de envergadura.

Em voo as águias de Bonelli adultas podem confundir-se com outras aves com plumagem branca (ou claro) no ventre como a Águia-calçada ou a Águia-cobreira. A identificação faz-se sobretudo pela detecção do contraste entre o branco do ventre e o negro das asas, muito nítido na Águia de Bonelli, mas também pela mancha branca dorsal e observação do aspecto mais pesado do voo, planando em círculos comparativamente mais abertos e lentos.A grandes distancias a sua silhueta distingue-se da Águia-real pelo facto de ter a ponta das asas ligeiramente dobrada para baixo (contrariamente à A. real).

Os tubarões

Tubarões são peixes com um completo esqueleto cartilaginoso e um corpo racionalizado. Eles respiram com a utilização de cinco a sete fendas de branquias. A sua cota de mortes por ano está entre 30 e 100.
Eles têm uma cobertura dérmica denticles para proteger sua pele de danos, de parasitas e para melhorar a dinâmica fluída.
O sangue na água pode excitar estes tubarões a um frenesi de fome, onde eles usarão todos os seus três mil dentes para morder qualquer coisa que se mova.

Dia do animal



Na seleção natural, processo proposto por Darwin, apenas os mais aptos se reproduzem e se multiplicam, eliminando assim, geração após geração, os genes problemáticos. É devido a esta razão que os animais selvagens são visivelmente saudáveis psicológica e fisicamente. Na seleção artificial, especificamente dos cães, o critério é acasalar os caninos a partir das formas físicas, chamadas morfológicas, orgânicas, chamadas fisiológicas, e mentais, conhecidas como psíquicas. Como exemplo dessas seleções está a criação das raças pequenas, resultados dos acasalamentos dos espécimes menores, independente de suas capacidades de sobrevivência. Conduzida pelo ser humano, a seleção artificial é direcional: a partir de indivíduos selecionados por suas características, tem-se as novas ninhadas, que serão novamente selecionadas, de acordo com as peculiaridades desejadas. Desta forma, os genes responsáveis pelas características escolhidas aumentam de frequência e tendem a entrar em homozigose. Ao mesmo tempo, pode-se evitar a reprodução de indivíduos que não possuam as qualidades almejadas.

Ajudar os animais



Podemos ajudar os animais:

- nas cidades : cuidar e proteger os animais de estimação, com alimentação, abrigo, cuidados veterinários, não deixando eles se reproduzirem se não temos condições de cuidar dos filhotes, e explicando para todos que não se pode abandonar animais sozinhos nas ruas, que eles não se viram sozinhos e correm muitos perigos.
- nas florestas : não retirando os animais de seu habitat natural, ajudando a preservar os ecossistemas, a limpeza das águas dos rios; combatendo a poluição e o desmatamento, as queimadas.
- respeitando os animais não-domesticados que convivem conosco nas cidades, como pardais, lagartixas, corujas, sapos, morcegos, e tantos outros, eles são importantes para o equilíbrio natural.
- pesquisando mais sobre os animais e suas necessidades
- usando a criatividade e a imaginação

Dia mundial dos animais



Todos os anos é comemorado no dia 4 de Outubro o Dia Mundial do Animal. O Dia Mundial do Animal tem como objectivo chamar atenção para as espécies em extinção, os maus tratos e exploração dos animais, assim como a importância dos animais para a sociedade.


A comemoração do Dia do Animal nasceu em Áustria, em 1929, em homenagem a São Francisco de Assis (que morreu a 4 de Outubro de 1226), um homem que em vida fazia de tudo para proteger os animais. No dia 4 de Outubro de 1930 foi comemorado pela primeira vez o Dia Mundial do Animal.

Dia do animal



Dia dos Animais

O Dia dos Animais é comemorado no dia 04 de outubro, para celebrar a importância que os animais têm na vida dos seres humanos e do Planeta Terra e ressaltar o respeito ao meio ambiente.



Origem do Dia dos Animais

O Dia dos Animais foi uma data inserida pela própria Igreja Católica, e é comemorada no dia 4 de outubro pois é o dia do nascimento de São Francisco de Assis, Padroeiro da Ecologia e conhecido por ser o protetor dos animais.
São Francisco referia-se aos animais como irmãos e chamava-os de "irmão fera", "irmã leoa" e etc.




















Os direitos dos animais



A defesa dos direitos dos animais, assim como a dos direitos animais da libertação animal ou abolicionismo, constitui um movimento que luta contra qualquer uso que os transforme em propriedades de seres humanos, ou seja, meios para fins humanos. É uma visão radical que não se contenta em regular o uso "humanitário" de animais, mas que procura incluí-los na comunidade moral de modo a garantir que seus interesses básicos sejam respeitados e tenham igual consideração em relação aos interesses humanos.
A reivindicação é de que os animais não devem ser considerados propriedade ou usados para fins nem legalmente, nem moralmente justificáveis.
Os defensores dos direitos animais advogam-no como forma de abolir a exploração animal de forma direta no dia-a-dia.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A Monarquia


• Portugal foi, desde a sua fundação, governado por reis. A essa forma de governo chama-se monarquia.
• No entanto, nos finais do século XIX, havia muitas pessoas que achavam que a monarquia não era a melhor forma de governar um país: o rei reinava a vida toda.
• Quando morria era o filho mais velho, o príncipe, que tomava o seu lugar.
• Os problemas que as pessoas viam na monarquia eram devidos a coisas muito simples:
E se o rei governasse mal?
E se fosse cruel para com os súbditos (o povo)?
E se ficasse doente ou louco?
E se tivesse ideias extravagantes que prejudicassem as pessoas?
E se decidisse mal coisas importantes para o país?
E se se deixasse influenciar demais por pessoas com más intenções?
• Claro que estes problemas podem acontecer com qualquer governante, fosse ele um rei ou outro...
No entanto, as vantagens de uma forma de governar diferente eram vistas como boas. Seria um sistema diferente: uma república.
• As repúblicas têm dirigentes eleitos por períodos de tempo mais curtos, e o controlo do poder parecia mais eficaz.
• Por tudo isto, grupos de cidadãos portugueses, partidários de um sistema de governo republicano, foram-se revoltando e acabaram por conseguir terminar com a monarquia e implantar a República, como vinha acontecendo noutros países da Europa.
• Isto aconteceu a 5 de Outubro de 1910.
• A República foi proclamada dos Paços do Concelho (a Câmara Municipal) em Lisboa. A importância deste facto foi tal que se decidiu que essa data fosse um dia feriado.
• O último rei foi D. Manuel II que partiu para Inglaterra com a restante família real, ficando aí a viver no exílio.
• O primeiro presidente foi Teófilo Braga, mas foi apenas presidente do Governo Provisório até às eleições, onde foi eleito como primeiro Presidente de Portugal Manuel de Arriaga.
• Clica aqui para saberes quem foram os Presidentes portugueses.
• A implantação da República fez com que Portugal mudasse a sua bandeira e o seu hino para aqueles que temos actualmente e o nome da sua moeda para o escudo.

O corpo humano!..




A palavra corpo é uma das mais ricas da língua portuguesa. O corpo sempre foi objeto de curiosidade por ser uma engrenagem misteriosa. Esse fato levou com que cada área do conhecimento humano apresentasse possíveis definições para o corpo como seu objeto de estudo.

Platão definiu o homem composto de corpo e alma. A teoria filosófica de Platão baseia-se fundamentalmente na cisão entre dois mundos: o inteligível da alma e o sensível do corpo. O essencial para a compreensão de toda uma linhagem filosófica que valoriza o mundo inteligível em detrimento do sensível. A alma é detentora da sabedoria e o corpo é a prisão quando a alma é dominada por ele, quando é incapaz de regrar os desejos e as tendências do mundo sensível.

Em Michel de Certeau, encontra-se O CORPO o como lugar de cristalização de todas as interdições e também o lugar de todas as liberdades. Georges Bataille definiu o corpo como uma coisa vil, submissa e servil tal como uma pedra ou um bocado de madeira. concebe o corpo como tecido histórico e cultural da biologia.

Os meus anos!...


Eu fiz anos no dia 28 de setembro e levei um bolo para a escola.
Cheguei à escola e cantaram-me logo os parabéns.
Durante todo o dia eu é que mandei!... Foi muito fixe.
Às três da tarde cantaram-me os parabéns e partimos o bolo. Eu adorei o meu bolo .
Cheguei a casa,  fiz os trabalhos de casa e fui ver televisão. Depois a minha mãe fez-me um prato colorido.
À volta tinha batatas fritas, aos cantos salsichas e no meio estava um ovo com uma vela.
Então eu  tive de apagar a vela.
Adorei o meu dia de anos.
Foi altamente!...



Inês Vaz


29/09/2011

O aniversário do Francisco




Hoje o Francisco fez anos, e levou um bolo de chocolate para a escola. O desenho do bolo era um campo de futebol, o bolo era muito giro, e sabia ainda melhor! O Francisco disse-nos para irmos jogar a bola e depois então iriamos comer o bolo. Foi muito divertido, nós na parte da manhã estivemos no computador, a pesquisar a história de portugal, e a história dos reis de portugal e.t.c.. Da parte da tarde nos brincamos todos no intervalo, e à tardinha cantamos os parabéns ao Francisco. Nós começamos por cantar os parabéns, depois ele agradeceu e no fim cortamos o bolo. Foi um dia muito bonito!....



Margarida Castanho



o3/10/2011















O Luís e o caracol



Era uma vez um caracol que era o melhor amigo do Luís.
Certo dia o Luis e o caracol tiveram uma pequena discussão:queriam os dois brincar com o mesmo brinquedo.
-Mas eu é que brinco com o brinquedo primeiro!
-Não, tu não. Sou eu!
-Ah isso era o que tu querias!
-Não! Não! Sou eu!
-Okey desisto brinca tu!
-Ah?
-Brinca tu.
-Oh ié obrigado.
-Eu brinco com o outro.
-Está bem eu vou para casa.

História inventada por Luís Brás 3º ano

O cabo da Boa Esperança

O Cabo da Boa Esperança (em neerlandês: Kaap De Goede Hoop, em africâner: Kaap die Goeie Hoop, em inglês: Cape of Good Hope) é um cabo no sul da África do Sul, a sul da Cidade do Cabo e a oeste da baía Falsa. Pertence politicamente à província do Cabo Ocidental.
Apesar de não ser o extremo meridional do continente africano, que é o cabo Agulhas, é considerado um dos grandes cabos dos oceanos meridionais, e teve especial significado para os marinheiros durante muitos séculos. É muitas vezes referido em literatura marítima simplesmente como "o Cabo."
É um ponto importante no percurso da rota dos clippers seguida pelos veleiros parra o Extremo Oriente e Austrália, e ainda marcado como passagem em várias corridas de iates.

Gil Eanes






Gil Eanes foi um navegador português, natural de Lagos (Algarve), escudeiro do Infante D. Henrique, e cuja biografia permanece ainda pouco conhecida e muito discutida. Foi o primeiro a navegar para além do Cabo Bojador, em 1434, dissipando o terror supersticioso que este promontório inspirava e iniciando assim a época dos "grandes descobrimentos".



Infante D. Henrique conseguiu incentivar Gil Eanes a tentar a proeza da passagem. Ao dobrar o cabo, reforçou o papel de Portugal como nação marítima. De acordo com Gomes Eanes de Zurara, o Infante o armou cavaleiro e arranjou-lhe um rico casamento.

Sabe-se que em 1446 partiu para a exploração da costa da actual Mauritânia e combate aos Muçulmanos que tentavam impedir os progressos da navegação portuguesa através da pirataria, de onde trouxeram o maior número de escravos de sempre. Regressou a meio da viagem devido ao mau tempo, não havendo mais dados biográficos concretos a partir dessa data, embora alguns historiadores afirmem que continuou a sua vida em Lagos. Este navegador permitiu um grande avanço na época dos descobrimentos.

Cabo da boa esperança



O Cabo da Boa Esperança
(em neerlandês: Kaap De Goede Hoop, em africâner: Kaap die Goeie Hoop, em inglês: Cape of Good Hope) é um cabo no sul da África do Sul, a sul da Cidade do Cabo e a oeste da baía Falsa. Pertence politicamente à província do Cabo Ocidental.



Apesar de não ser o extremo meridional do continente africano, que é o cabo Agulhas, é considerado um dos grandes cabos dos oceanos meridionais, e teve especial significado para os marinheiros durante muitos séculos. É muitas vezes referido em literatura marítima simplesmente como o Cabo.
 É um ponto importante no percurso da rota dos clippers seguida pelos veleiros parra o Extremo Oriente e Austrália, e ainda marcado como passagem em várias corridas de iates



O Cabo da Boa Esperança (em neerlandês: Kaap De Goede Hoop, em africâner: Kaap die Goeie Hoop, em inglês: Cape of Good Hope) é um cabo no sul da África do Sul, a sul da Cidade do Cabo e a oeste da baía Falsa. Pertence politicamente à província do Cabo Ocidental.
Apesar de não ser o extremo meridional do continente africano, que é o cabo Agulhas, é considerado um dos grandes cabos dos oceanos meridionais, e teve especial significado para os marinheiros durante muitos séculos. É muitas vezes referido em literatura marítima simplesmente como "o Cabo."´
É um ponto importante no percurso da rota dos clippers seguida pelos veleiros parra o Extremo Oriente e Austrália, e ainda marcado como passagem em várias corridas de iates.

Pedro Alvares Cabral



Pedro Álvares Cabral
(Belmonte, 1467 ou 1468Santarém, c. 1520) foi um fidalgo, comandante militar, navegador e explorador português, creditado como o descobridor do Brasil.
Realizou a primeira exploração significativa da costa nordeste da América do Sul, reivindicando-a para Portugal.
Embora os detalhes da vida de Cabral sejam esparsos, sabe-se que veio de uma família nobre colocada na província interior e recebeu uma boa educação formal.
Foi nomeado para chefiar uma expedição à Índia em 1500, seguindo a rota recém-inaugurada por Vasco da Gama, contornando a África. O objetivo deste empreendimento era retornar com especiarias valiosas e estabelecer relações comerciais na Índia — contornando o monopólio sobre o comércio de especiarias, então nas mãos de comerciantes árabes, turcos e italianos. Aí sua frota, de 13 navios, afastou-se bastante da costa africana, talvez intencionalmente, desembarcando no que ele inicialmente achou tratar-se de uma grande ilha ao qual deu o nome de Vera Cruz (Verdadeira Cruz) e que Pêro Vaz de Caminha faz referencia.

A ilha da Madeira






A ilha da Madeira é a ilha principal (740,7 km²) do arquipélago da Madeira, situado no Oceano Atlântico a sudoeste da costa portuguesa, e que constitui conjuntamente com Porto Santo, as Ilhas Desertas e as Ilhas Selvagens a Região Autónoma da Madeira e o Arquipélago da Madeira.



A capital da ilha e da região autónoma é a cidade do Funchal.
A ilha da Madeira é de origem vulcânica, o seu clima é subtropical com extensa flora exótica, economicamente é amplamente voltada para o turismo.

A descoberta dos açores

O primeiro mapa em que aparece o arquipélago dos Açores muito parecido com o que é na realidade é de 1439 e foi feito por um cartógrafo catalão chamado Gabriel Valseca. Nele é apontado o nome do português Diogo de Silves como seu descobridor. As datas prováveis dessa primeira viagem são 1427 ou 1432. O mapa não inclui ainda as ilhas de Flores e Corvo.

Isto leva a que historiadores como o professor Luís de Albuquerque, um dos maiores especialistas nos Descobrimentos Portugueses, considere que a chegada dos portugueses foi um descobrimento absoluto.

No entanto há quem continue a afirmar ter havido descobridores anteriores, pescadores ou marinheiros, que deram com as ilhas por acaso, ao desviarem-se das suas rotas. Souberam da sua existência mas não consta que essa informação tenha sido aproveitada.

As ilhas eram desabitadas, com clima suave e cheias de vegetação. É de 1439 o primeiro documento sobre o povoamento dos Açores. É uma carta e diz que:

o Infante D. Henrique já tinha mandado soltar ovelhas e cabras nas sete ilhas dos Açores;


o regente, D. Pedro, irmão do Infante D. Henrique e tio de D. Afonso V, que nessa altura tinha apenas seis anos, autorizava-o a mandar colonos para povoarem as ilhas.

A colonização foi feita no sistema de capitanias. Conforme era costume da época, o Infante entregou as ilhas a capitães-donatários da sua confiança que se tornavam responsáveis pelas terras. Cada um deles tinha que chamar gente, mandar cultivar os campos, construir cidades e organizar a vida da população. Nos seus territórios, cada um era como um rei, até na aplicação da justiça e no arrecadar dos rendimentos obtidos; só tinha que pagar um imposto ao Infante D. Henrique ou ao Infante D. Pedro.

Os primeiros capitães donatários foram portugueses e flamengos: Gonçalo Velho Cabral, que levara as ovelhas nas viagens anteriores, ficou com S. Miguel e S.ta Maria, em 1439; o flamengo Jácome de Bruges, casado com uma portuguesa, recebeu a Terceira, em 1450; Faial e Pico foram entregues a outro flamengo __ Josse van Hurtere (de onde deriva o nome da cidade da Horta) em 1466.

As ilhas de Flores e Corvo foram descobertas em 1452 por Diogo de Teive, que partira do Faial com um filho e, quando menos esperava, viu pela frente aquelas duas pequenas e bonitas ilhas. Estas duas capitanias foram dadas a Guilherme van der Haegen, que também recebeu a de São Jorge, em 1470.

A Graciosa só foi povoada em 1510 por Pedro Correia e Vasco Gil Sodré.

O nome do arquipélago __ Açores __ vem do grande número desses pássaros que sobrevoavam as ilhas quando foram descobertas.

Cabo da Boa Esperança


O Cabo da Boa Esperança (em neerlandês: Kaap De Goede Hoop, em africâner: Kaap die Goeie Hoop, em inglês: Cape of Good Hope) é um cabo no sul da África do Sul, a sul da Cidade do Cabo e a oeste da baía Falsa. Pertence politicamente à província do Cabo Ocidental.

Apesar de não ser o extremo meridional do continente africano, que é o cabo Agulhas, é considerado um dos grandes cabos dos oceanos meridionais, e teve especial significado para os marinheiros durante muitos séculos. É muitas vezes referido em literatura marítima simplesmente como "o Cabo" É um ponto importante no percurso da rota dos clippers seguida pelos veleiros parra o Extremo Oriente e Austrália, e ainda marcado como passagem em várias corridas de iates.

História

Foi dobrado pela primeira vez em 1488 pelo navegador português Bartolomeu Dias. Contam as crónicas da época que, como foi avistado depois de vários dias em que os marinheiros sofreram violentas tempestades (tormentas), Bartolomeu Dias lhe pôs o nome de Cabo das Tormentas, mas o rei João II de Portugal mudou-lhe o nome porque, ao ser dobrado, mostrou a ligação entre o Oceano Atlântico e o Oceano Índico e prometia a tão desejada chegada à Índia. Chamou-lhe, por isso, Cabo da Boa Esperança - o topónimo que se perpetuou.
O mercador holandês Jan van Riebeeck estabeleceu um posto de reabastecimento no cabo em 6 de Abril de 1652, que mais tarde evoluiu para se tornar na Cidade do Cabo. Actualmente, o Cabo da Boa Esperança pertence à África do Sul, Província do Cabo Ocidental.

Veja-se, a propósito, a Crónica de João de Barros - "Décadas da Ásia"

"Partidos dali, houveram vista daquele grande e notável cabo, ao qual por causa dos perigos e tormentas em o dobrar lhe puseram o nome de Tormentoso, mas el-rei D. João II lhe chamou cabo da Boa Esperança, por aquilo que prometia para o descobrimento da Índia tão desejada (sic)."

Açores



A História dos Açores reconta quase 600 anos de presença humana continuada em suas nove ilhas. Os Açores já granjearam um lugar importante na história portuguesa e na história do Atlântico. Embora seja difícil resumir a história dos Açores, os pontos seguintes, adoptando, com as necessárias adaptações e prolongamento no tempo, as "épocas" da obra de Francisco Ferreira Drummond, tentam apontar as suas principais etapas. Uma listagem das personalidades que exerceram cargos de governação nos Açores pode ser encontrada na Lista de governantes dos Açores.

Descoberta da Madeira !..

A descoberta definitiva das ilhas da Madeira foi feita pelos portugueses.

Se é provável que anteriormente lá tivessem passado outros barcos e outros povos, o certo é que continuaram desertas, solitárias e esquecidas no meio do Oceano Atlântico, até à chegada de João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira à ilha de Porto Santo.

Não se sabe com precisão a data, mas situa-se entre 1417 e 1420. No entanto o ano mais provável, segundo os especialistas, é 1418.

Do que não há dúvidas é que estes capitães e os marinheiros que com eles iam navegavam ao serviço do Infante D. Henrique que, nessa época, estava empenhado em organizar viagens para a costa de África.

Já há divergência quanto ao rumo que João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira levavam: há quem considere que se dirigiam à costa de África, mas foram desviados por uma tempestade, indo parar por acaso à ilha de Porto Santo; outros crêem que foram enviados para fazer a descoberta oficial e tomar posse das ilhas de que já havia notícia.

De qualquer modo, só depois da sua viagem é que estas ilhas entraram na História.

Em relação ao nome de Porto Santo também não há acordo. Uns dizem que foi por terem chegado lá no dia 1 de Novembro, dia de Todos os Santos; outros que foi por se terem salvo de um temporal; outros ainda que apenas mantiveram o nome posto por outros marinheiros que ali tinham aportado, levados por alguma tempestade e aí encontraram salvação.

Nessa primeira viagem não foram à ilha da Madeira, regressaram ao reino a dar conhecimento da descoberta ao Infante D. Henrique, levando indicações sobre a localização e a rota e amostras de terra e plantas.

No ano seguinte, com Bartolomeu Perestrelo, voltaram a Porto Santo para ocuparem a ilha. Desta vez não a encontraram deserta, mas ocupada por frades franciscanos sobreviventes de um naufrágio. A esse lugar chamaram Porto de Frades.

De Porto Santo à Madeira a distância é curta e, por isso muitos historiadores pensam que os navegadores terão passado de uma ilha à outra de imediato e sem dificuldade. Se assim foi ninguém o registou por escrito. Os relatos que existem contam uma história bem diferente, que, no entanto, pode não passar de mais uma fantasia, pois não foi escrita pelos próprios.

Da ilha de Porto Santo avistava-se uma grande nuvem negra, de que os homens tinham medo julgando que seria a boca do Inferno (o escuro seria o fumo negro da fornalha onde ardiam as almas penadas pecadoras) ou o começo de um abismo onde os barcos cairiam fora da borda do mundo. O capitão Zarco resolveu meter-se no barco com alguns homens e ir ver o que era aquilo. Saíram de madrugada e por volta do meio-dia chegaram ao local da escuridão. Aí os marinheiros entraram em pânico com os rugidos tenebrosos que ouviam e não conseguiam ver de onde provinham. Mas o capitão continuou em frente até avistarem uma ponta de terra. Deram a volta para sul, onde havia menos nevoeiro, e perante eles surgiu então uma ilha muito bela, coberta de arvoredo __ a ilha da Madeira.

Chamaram Ponta de S. Lourenço à primeira ponta de terra que avistaram, por ser o nome do navio do capitão.

Como já era noite, ficaram nos barcos e só na manhã seguinte foram a terra onde ficaram encantados com a beleza da ilha: montanhas altíssimas caindo a pique sobre o mar, vales verdejantes e abrigados, baías da águas transparentes e calmas, vegetação densa até à praia, frutos à mão de semear, pássaros que, nunca tendo visto gente e não temendo as suas armadilhas, vinham pousar na cabeça e nos ombros dos homens.

Vasco da Gama

Célebre navegador português, nascido em Sines (1469-1524), a quem D. Manuel I confiou o comando da frota que em 8 de Julho de 1497 largou do Tejo em demanda da Índia, e que se compunha de quatro pequenos navios: S. Gabriel, S. Rafael, Bérrio e S. Miguel (este último não passou da baía de S. Brás, onde foi queimado).
Em 2 de Março de 1498, aportou a armada a Moçambique, depois de haver sofrido medonhos temporais e de ter Vasco da Gama sufocado com mão de Ferro uma revolta da marinhagem.
O piloto que o sultão de Moçambique lhe deu para o conduzir à Índia, foi secretamente incumbido de entregar os navios portugueses aos Mouros em Mombaça. Um acaso fez fez descobrir a cilada e Vasco da Gama pôde continuar até Melinde, cujo rei lhe deu um piloto árabe, conhecedor do Índico.
Em 17 de Abril de 1498, avistava Calecut. Estava descoberto o caminho marítimo para a Índia.
D. Manuel recompensou este glorioso feito, nomeando Vasco da Gama almirante-mor das Índias e fazendo-lhe doação de trezentos mil réis de renda.
Voltou mais duas vezes à Índia, de que foi governador e segundo vice-rei.


Pedro Álvares Cabral (Belmonte, 1467 ou 1468Santarém, c. 1520) foi um fidalgo, comandante militar, navegador e explorador português, creditado como o descobridor do Brasil.

Realizou a primeira exploração significativa da costa nordeste da América do Sul, reivindicando-a para Portugal.

Embora os detalhes da vida de Cabral sejam esparsos, sabe-se que veio de uma família nobre colocada na província interior e recebeu uma boa educação formal.



Foi nomeado para chefiar uma expedição à Índia em 1500, seguindo a rota recém-inaugurada por Vasco da Gama, contornando a África. O objetivo deste empreendimento era retornar com especiarias valiosas e estabelecer relações comerciais na Índia — contornando o monopólio sobre o comércio de especiarias, então nas mãos de comerciantes árabes, turcos e italianos. Aí sua frota, de 13 navios, afastou-se bastante da costa africana, talvez intencionalmente, desembarcando no que ele inicialmente achou tratar-se de uma grande ilha ao qual deu o nome de Vera Cruz (Verdadeira Cruz) e que Pêro Vaz de Caminha faz referencia. Explorou o litoral e percebeu que a grande massa de terra era provavelmente um continente, despachando em seguida um navio para notificar o rei Manuel I da descoberta das terras. Como o novo território se encontrava dentro do hemisfério português de acordo com o Tratado de Tordesilhas, Reivindicou-o para a Coroa Portuguesa. Havia desembarcado na América do Sul, e as terras que havia reivindicado para o Reino de Portugal mais tarde constituiriam o Brasil. A frota reabasteceu-se e continuou rumo ao leste, com a finalidade de retomar a viagem rumo à Índia.

Nessa mesma expedição uma tempestade, no Atlântico Sul provocou a perda de vários navios e os seis navios restantes encontraram-se eventualmente no Canal de Moçambique antes de prosseguirem para Calecute, na Índia. Cabral inicialmente obteve sucesso na negociação dos direitos de comercialização das especiarias, mas os comerciantes árabes consideraram o negócio português como uma ameaça ao monopólio deles e provocaram um ataque de muçulmanos e hindus ao entreposto português. Os portugueses sofreram várias baixas e suas instalações foram destruídas. Cabral vingou-se do ataque saqueando e queimando a frota árabe e, em seguida, bombardeou a cidade em represália à incapacidade de seu governante em explicar o ocorrido. De Calecute a expedição rumou para Cochim, outra cidade-estado indiana, onde Cabral fez amizade com seu governante e carregou seus navios com especiarias cobiçadas antes de retornar para a Europa. Apesar da perda de vidas humanas e de navios, a viagem de Cabral foi considerada um sucesso após o seu regresso a Portugal. Os lucros extraordinários resultantes da venda das especiarias reforçaram as finanças da Coroa Portuguesa e ajudaram a lançar as bases de um Império Português, que se estenderia das Américas ao Extremo Oriente.
Cabral foi mais tarde preterido quando uma nova frota foi reunida para estabelecer uma presença mais robusta na Índia, possivelmente como resultado de uma desavença com Manuel I. Tendo perdido a preferência do rei, aposentou-se da vida pública, havendo poucos registros sobre a parte final de sua vida. Suas realizações caíram no esquecimento por mais de 300 anos. Algumas décadas depois da independência do Brasil de Portugal, no século XIX, a reputação de Cabral começou a ser reabilitada pelo Imperador Pedro II do Brasil. Desde então, os historiadores têm discutido se Cabral foi o descobridor do Brasil e se a descoberta foi acidental ou intencional. A primeira dúvida foi resolvida pela observação de que os poucos encontros superficiais feitos por exploradores antes dele mal foram notados e em nada contribuíram para o desenvolvimento e a história futuros da terra que se tornaria o Brasil, única nação das Américas onde a língua oficial é o português. Quanto à segunda questão, nenhum consenso definitivo foi formado e a hipótese de descoberta intencional carece de provas sólidas. Não obstante, embora seu prestígio tenha sido ofuscado pela fama de outros exploradores da época, Cabral é hoje considerado uma das personalidades mais importantes da Era dos Descobrimentos.

D. Henrique

O Infante D. Henrique é quem promove os Descobrimentos Portugueses.
Paralelamente há um outro projecto assinado como um projecto nacional - o norte de África.
Este projecto era um projecto prestigiado pela coroa portuguesa, pois tratava-se de conquistar, de fazer guerra.
Após a Conquista de Ceuta, segue-se o desastre de Tânger, em 1437, com a derrota portuguesa.
Segue-se um conquista de uma série de praças: Alcácer Ceguer, Arzila, Tânger, Azamor, Safim, Mazagão.

Vasco da Gama



Vasco da Gama (Sines, c. 1460 ou 1468 ou 1469Cochim, Índia, 24 de Dezembro de 1524) foi um navegador e explorador português.
Na Era dos Descobrimentos, destacou-se por ter sido o comandante dos primeiros navios a navegar da Europa para a Índia, na mais longa viagem oceânica até então realizada, superior a uma volta completa ao mundo pelo Equador.
 No fim da vida foi, por um breve período, governador da Índia portuguesa com o título de vice-rei.

O redescobrimento da Madeira



O  redescobrimento da Madeira dá-se em 1419/20.
Em 1419 a ilha de Porto Santo foi redescoberta por João Gonçalves Zarco e em 1420 a ilha da Madeira por Tristão Vaz Teixeira.
Trata-se de um redescobrimento porque já havia conhecimento da existência das ilhas da Madeira no século XIV.
Isso é-nos revelado na cartografia do século XIV.
Em 1424 inicia-se a colonização da Madeira.

Descobrimentos portugueses!..



Há uma unanimidade entre os historiadores quanto à questão da Conquista de Ceuta ser o início da expansão portuguesa. Foi uma praça conquistada com relativa facilidade, por uma expedição organizada por D. João I, em 1415.
O Infante D. Henrique é quem promove os Descobrimentos Portugueses.
Paralelamente há um outro projecto assinado como um projecto nacional - o norte de África. Este projecto era um projecto prestigiado pela coroa portuguesa, pois tratava-se de conquistar, de fazer guerra. Após a Conquista de Ceuta, segue-se o desastre de Tânger, em 1437, com a derrota portuguesa. Segue-se um conquista de uma série de praças: Alcácer Ceguer, Arzila, Tânger, Azamor, Safim, Mazagão.

Ainda durante o reinado de D. João, e sob comando do Infante D. Henrique dá-se o redescobrimento da Madeira, uma expedição às Canárias em 1424 e o descobrimento dos Açores.

O redescobrimento da Madeira dá-se em 1419/20. Em 1419 a ilha de Porto Santo foi redescoberta por João Gonçalves Zarco e em 1420 a ilha da Madeira por Tristão Vaz Teixeira. Trata-se de um redescobrimento porque já havia conhecimento da existência das ilhas da Madeira no século XIV. Isso é-nos revelado na cartografia do século XIV. Em 1424 inicia-se a colonização da Madeira.

Em 1427, inicia-se o descobrimento do arquipélago dos Açores. Nesse ano é descoberto o grupo oriental dos Açores (S. Miguel e Santa Maria). Segue-se o descobrimento do grupo central (Terceira, Graciosa, S. Jorge, Pico e Faial). Em 1452 o grupo ocidental (Flores e Corvo) é descoberto por João de Teive.

Na regência de D. Duarte, Gil Eanes dobra o Cabo Bojador em 1434. A partir daqui, o Infante D. Henrique promove o descobrimento da costa africana, por sua própria iniciativa, sem intervenção da coroa, até 1460.

Já na regência de D. Afonso V, em 1441 Nuno Tristão chega ao Cabo Branco, em 1443 a Arguim e em 1444 à Terra dos Negros.

Em 1444, Dinis Dias descobre Cabo Verde e segue-se a ocupação das ilhas ainda no século XV, povoamento este que se prolongou até ao século XIX.

Em 1445, António Fernandos chega a Cabo dos Mastos.

Em 1460, Pero de Sintra atinge a Serra Leoa. Neste mesmo ano falece o Infante D. Henrique.

A missão antes comandada pelo Infante D. Henrique vai parar às mãos do Infante D. Fernando. Em 1469, D. Afonso V entrega esta missão a um mercador da cidade de Lisboa, Fernão Gomes.

Em 1471, inicia-se o descobrimento do arquipélago de S. Tomé e Príncipe. Em 21 de Dezembro de 1474, João de Santarém descobre a ilha de S. Tomé. Pero Escobar descobre a 17 de Janeiro de 1475 a ilha de Príncipe. A ilha de Ano Bom é descoberta já no reinado de D. João II, em 1 de Janeiro de 1405, hipoteticamente por Diogo Cão.
Em 1472, Gaspar Corte Real descobre Terra Nova, e em 1473 Lopes Gonçalves ultrapassou o Equador.

Desde 1474/75 o príncipe D. João, futuro rei, fica responsável pela tarefa dos descobrimentos. Este sobe ao trono em 1482.Nesse mesmo ano organiza a primeira viagem de Diogo Cão. Este faz o reconhecimento de toda a costa até à região do Padrão de Santo Agostinho. Em 1485, Diogo Cão, leva a cabo uma segunda viagem estendendo-se até à Serra Parda.

Em 1487, Bartolomeu Dias, comandando uma expedição com três caravelas, atinge o Cabo da Boa Esperança.
Face à chegada de Cristóvão Colombo, em 1492 à América, segue-se a promulgação de três bulas papais - as Bulas Alexandrinas - que concediam ao reino de Espanha o domínio dessas terras.

Será esta decisão de Alexandre II que irá vingar. Face a isso, D. João II consegue uma renegociação, mas só entre os dois estados, sem a intervenção do papa. Assim, em 1494 é assinado o Tratado de Tordesilhas: o Mundo é dividido em duas áreas de exploração: a portuguesa e a espanhola. O mundo seria dividido em função de um semi-meridiano que deveria passar a 370 léguas de Cabo Verde - "mare clausum".

No reinado de D. Manuel I, parte do Restelo, a 8 de Junho de 1497, a armada chefiada por Vasco da Gama. Tratava-se de uma expedição composto por três embarcações. É a partir da viagem de Vasco da Gama que se introduzem as naus. A 9 de Maio de 1498 Vasco da Gama chega a Calecut.

Em 1500, parte a segunda expedição para a Índia comandada por Pedro Álvares Cabral. Era uma expedição composta por três embarcações. Só que Pedro Álvares Cabral, por alturas de Cabo Verde, desvia-se da rota e em Abril de 1500 chega a uma terra denominada de Vera Cruz, mais tarde Brasil - face à abundante existência de madeira pau-brasil. Face a este desvio, Pedro Álvares Cabral chega a Calecut em 1501. Face a alguns confrontos com o Samorim , Pedro Álvares Cabral acaba por romper as relações com o Samorim. Assim, dirige-se para Sul e estabelece uma feitoria em Cochim.

Ainda durante o reinado de D. Manuel organiza-se uma terceira armada à Índia, comandada por João da Nova.

Em 1501, envia-se a segunda armada para o Brasil.

Em 1514, Jorge Álvares atinge a China.

No reinado de D. João III (1521-1557) a partir de 1534 inicia-se a colonização do Brasil com a criação das primeiras capitanias.

Em 1557 os portugueses estabelecem-se em Macau.

Assim findou a grande época de descobertas portuguesas. Segue-se uma exploração económica com principal incidência na Rota do Cabo, que ligava Portugal à Índia e a exploração do pau-brasil, açúcar, ouro, metais preciosos, tabaco, cacau e café no Brasil.

Este foi o grande império colonial português na Idade Moderna.

os descbrimentos portugueses


Os descobrimentos portugueses foram o conjunto de viagens e explorações marítimas realizadas pelos portugueses entre 1415 e 1543 que começaram com a conquista de Ceuta na África. Os descobrimentos resultaram na expansão portuguesa e deram um contributo essencial para delinear o mapa do mundo, impulsionados pela Reconquista e pela procura de alternativas às rotas do comércio no Mediterrâneo. Com estas descobertas os portugueses iniciaram a Era dos Descobrimentos europeus  que durou do século XV até ao XVII e foram responsáveis por importantes avanços da tecnologia e ciência náutica, cartografia e astronomia, desenvolvendo os primeiros navios capazes de navegar em segurança em mar aberto no Atlântico.

Embora com antecedentes no reinado de D. Dinis (1279) e nas expedições às Ilhas Canárias do tempo de D. Afonso IV, é a partir da conquista de Ceuta em 1415, que Portugal inicia o projecto nacional de navegações oceânicas sistemáticas[1] que ficou conhecido como "descobrimentos portugueses".

Terminada a Reconquista, o espírito de conquista e Cristianização dos povos muçulmanos subsistia. Os portugueses dirigiram-se então para o Norte de África, de onde tinham vindo os mouros que se haviam estabelecido na Península Ibérica. Avançando progressivamente pelo Atlântico ao longo das costas do continente africano, passaram o Cabo da Boa Esperança e entraram no Oceano Índico movidos pela procura de rotas alternativas ao comércio Mediterrânico. Chegaram à Índia em 1498, simultaneamente exploraram o Atlântico Sul e aportaram nas costas do Brasil em 1500, navegando no extremo da Ásia chegaram à China em 1513 e ao Japão em 1543.

As expedições prolongaram-se por vários reinados, desde o tempo de [[as explorações na costa africana e americana impulsionadas pelo regente D. Pedro, duque de Coimbra e o Infante D. Henrique, filhos de D. João I, e mais o seu sobrinho D. Infante D. Fernando, duque de Viseu, até à ao projecto da descoberta de um caminho marítimo para a Índia no reinado de D. João III, culminando com o do D. Manuel I a altura em que império ultramarino português fica consolidado

Pedro Álvares Cabral



Criado como membro da nobreza, Cabral foi enviado à corte do rei D. Afonso V em 1479, quando tinha cerca de 12 anos. Educou-se em humanidades e foi treinado para lutar e pegar em armas. Tinha cerca de 17 anos de idade em 30 junho de 1484, quando foi nomeado moço fidalgo (um título de menor importância normalmente concedido a jovens nobres) pelo rei D. João II.

Os registros de suas ações antes de 1500 são extremamente incompletos, mas Cabral pode ter excursionado pelo norte da África, tal como haviam feito seus antepassados e era comumente feito por outros jovens nobres de sua época[. O rei D. Manuel I, que tinha ascendido ao trono dois anos antes, concedeu-lhe um subsídio anual no valor de 30 mil reais em 12 de abril de 1497. Na mesma época, recebeu o título de fidalgo do Conselho do Rei e foi nomeado Cavaleiro da Ordem de Cristo. Não há nenhuma imagem ou descrição física detalhada de Cabral contemporâneas à sua época. Sabe-se que era forte e igualava seu pai em altura (1,90 metros). O caráter de Cabral tem sido descrito como culto, cortês, prudente, generoso, tolerante com os inimigos, humilde, mas também vaidoso e muito preocupado com o respeito que sentia que sua nobreza e posição exigiam

A história do futebol


O primeiro registro de um desporto semelhante ao futebol atual nos territórios bretões vem do livro Descriptio Nobilissimae Civitatis Londinae, de Willian Fitztephe, em 1175. A obra cita um jogo (semelhante ao soule) durante a Schrovetide (espécie de Terça-feira Gorda), em que habitantes de várias cidades inglesas saíram à rua chutando uma bola de couro para comemorar a expulsão dos dinamarqueses. A bola simbolizava a cabeça de um invasor.
Por muito tempo o futebol foi meramente um festejo para os ingleses. Lentamente o esporte passou a ficar cada vez mais popular. Tanto que, no século XVI, a violência do jogo era tamanha, que o escritor Philip Stubbes escreveu certa vez: "Um jogo bárbaro, que só estimula a cólera, a inimizade, o ódio e a malícia." - O que de fato, era verdade. Era comum no esporte pernas quebradas, roupas rasgadas ou dentes arrancados. Há noticias até de acidentes fatais, como a de um jogador que se afogou ao pular de uma ponte para pegar a bola. Houve também muitos assassinatos devido a rivalidade entre times. Por isso, o esporte ficou conhecido como , "futebol de massa".


Em 1700, foram proibidas as formas violentas do futebol. O desporto, então, teve que muda e foi ganhando aspectos mais modernos. Em 1710, as escolas de Covent Garden, Strand e Fleet Street passaram a adotar o futebol como atividade física. Com isso, ele logo ganhou novos adeptos, que saíram de esportes como o tiro esportivo e a esgrima. Com a difusão do esporte pelos colégios do país, o problema passou a ser os diferentes tipos de regra em cada escola. Duas regras de diferentes colégios ganharam destaque na época: um jogo só com o uso dos pés, e o outro com o uso dos pés e das mãos.
Cria-se, assim, o football e o rugby, em 1846.

O Skate


O skate (pronuncia-se skêit) é um desporto inventado na Califórnia que consiste em deslizar sobre o solo e obstáculos equilibrando-se numa prancha, chamada shape (em inglês: deck), dotada de quatro pequenas rodas e dois eixos chamados de "trucks". Com o skate executam-se manobras, com baixos a altos graus de dificuldade.~
No Brasil, o praticante de skate recebe o nome de skatista, enquanto que em Portugal chama-se skater. O skate é considerado um esporte radical, dado seu aspecto criativo, cuja proficiência é verificada pelo grau de dificuldade dos movimentos executados.
Os skates eram muito primitivos, não possuiam nose nem tail, eram apenas uma tábua com quatro rodinhas.
O crescimento do "surf no asfalto" se deu de uma maneira tão grande que muitos dos jovens da época se renderam ao novo esporte chamado skate.
Surgiam então os primeiros skatistas.

O futebol,(do inglês association football ou simplesmente football) é um desporto de equipe jogado entre dois times de 11 jogadores cada um e um árbitro que se ocupa da correta aplicação das normas. É considerado o desporto mais popular do mundo, pois cerca de 270 milhões de pessoas participam das suas várias competições].
É jogado num campo retangular gramado, com uma baliza em cada lado do campo. O objetivo do jogo é deslocar uma bola através do campo para colocá-la dentro da baliza adversária, ação que se denomina golo (português europeu)ou gol (português brasileiro). A equipe que marca mais gols ao término da partida é a vencedora.
O jogo moderno foi criado na Inglaterra com a formação da Football Association, cujas regras de 1863 são a base do desporto na atualidade. O órgão regente do futebol é a Fédération Internationale de Football Association, mais conhecida pela sigla FIFA. A principal competição internacional de futebol é a Copa do Mundo FIFA, realizada a cada quatro anos. Este evento é o mais famoso e com maior quantidade de espectadores do mundo, o dobro da audiência dos Jogos Olímpicos.
Esta mensagem foi publicada pelo Francisco e pelo o Rodrigo.

Destartarizações




As destartarizações realizadas pelo dentista ou higienista conseguem remover a maior parte da pigmentação ou das manchas externas causadas pelos alimentos e pelo tabaco. O uso de uma pasta dentífrica branqueadora pode, também, ajudar a remover estas manchas entre as visitas ao profissional de saúde oral.
Contudo, como contém abrasivos, quando usadas continuamente, podem danificar os dentes. A pigmentação interna pode ser tratada através de técnicas de branqueamento, de restaurações estéticas ou através de prótese fixa (coroas ou facetas).

Qualquer um destes tratamentos é seguro e eficaz, mas é o seu dentista quem lhe vai recomendar qual o mais apropriado para si, tendo em conta o estado dos seus dentes e os resultados que deseja obter.

O nosso Corpo




A palavra corpo é uma das mais ricas da língua portuguesa.
O corpo sempre foi objeto de curiosidade por ser uma engrenagem misteriosa. Esse fato levou com que cada área do conhecimento humano apresentasse possíveis definições para o corpo como seu objeto de estudo.
Platão definiu o homem composto de corpo e alma. A teoria filosófica de Platão baseia-se fundamentalmente na cisão entre dois mundos: o inteligível da alma e o sensível do corpo. O pensamento platônico é essencial para a compreensão de toda uma linhagem filosófica que valoriza o mundo inteligível em detrimento do sensível. A alma é detentora da sabedoria e o corpo é a prisão quando a alma é dominada por ele, quando é incapaz de regrar os desejos e as tendências do mundo sensível.

Foucault concebeu o corpo como o lugar de todas as interdições.
Todas as regras sociais tendem a construir um corpo pelo aspecto de múltiplas determinações.
Já para Lacan, o corpo é o espelho da mente e diz muito sobre nós mesmos.
Para Nietzsche, só existe o corpo que somos; o vivido e este é mais surpreendente do que a alma de outrora.

O corpo humano



sistemas do corpo humano. A fisiologia é o ramo da biologia que estuda as múltiplas funções mecânicas, físicas e bioquímicas do corpo humano.
Muitos cientistas buscam a partir da descoberta do código do DNA a construção em laboratório de corpos. É o que chamam de corpo biocibernético e de ciborgue, tais como corpo protético, corpo pós-orgânico, pós-biológico ou pós-humano.
No âmbito anatômico e científico, o corpo é substância física ou estrutura de cada homem ou animal. Para a Biologia é um organismo vivo, composto de pequenas unidades denominadas células e para a Química, é uma porção de matéria. Para a Astronomia, qualquer objeto natural perceptível no céu: Reducionistas pensam que o corpo humano é uma máquina biológica complexa, cujo funcionamento e constituição é quase inteiramente idêntico ao funcionamento e constituição dos corpos de outras espécies de animais, particularmente aquelas que estão evolucionariamente mais próximas do Homem.

5 de outubro



A Implantação da República Portuguesa foi o resultado de um golpe de estado organizado pelo Partido Republicano Português que, no dia 5 de outubro de 1910, destituiu a monarquia constitucional e implantou um regime republicano em Portugal.
A subjugação do país aos interesses coloniais britânicos, os gastos da família real, o poder da igreja, a instabilidade política e social, o sistema de alternância de dois partidos no poder (os progressistas e os regeneradores), a ditadura de João Franco, a aparente incapacidade de acompanhar a evolução dos tempos e se adaptar à modernidade — tudo contribuiu para um inexorável processo de erosão da monarquia portuguesa do qual os defensores da república, particularmente o Partido Republicano, souberam tirar o melhor proveito. Por contraponto, o partido republicano apresentava-se como o único que tinha um programa capaz de devolver ao país o prestígio perdido e colocar Portugal na senda do progresso.
Após a relutância do exército em combater os cerca de dois mil soldados e marinheiros revoltosos entre 3 e 4 de outubro de 1910, a República foi proclamada às 9 horas da manhã do dia seguinte da varanda dos Paços do Concelho de Lisboa. Após a revolução, um governo provisório chefiado por Teófilo Braga dirigiu os destinos do país até à aprovação da Constituição de 1911 que deu início à Primeira República. Entre outras mudanças, com a implantação da república, foram substituídos os símbolos nacionais: o hino nacional e a bandeira.

5 de outubro - Implantação da República







  • Portugal foi, desde a sua fundação, governado por reis. A essa forma de governo chama-se monarquia.


  • No entanto, nos finais do século XIX, havia muitas pessoas que achavam que a monarquia não era a melhor forma de governar um país: o rei reinava a vida toda.


  • Quando morria era o filho mais velho, o príncipe, que tomava o seu lugar.


  • Os problemas que as pessoas viam na monarquia eram devidos a coisas muito simples:



    E se o rei governasse mal? E se fosse cruel para com os súbditos (o povo)? E se ficasse doente ou louco? E se tivesse ideias extravagantes que prejudicassem as pessoas? E se decidisse mal coisas importantes para o país? E se se deixasse influenciar demais por pessoas com más intenções?
  • Claro que estes problemas podem acontecer com qualquer governante, fosse ele um rei ou outro...
    No entanto, as vantagens de uma forma de governar diferente eram vistas como boas. Seria um sistema diferente: uma república.


  • As repúblicas têm dirigentes eleitos por períodos de tempo mais curtos, e o controlo do poder parecia mais eficaz.


  • Por tudo isto, grupos de cidadãos portugueses, partidários de um sistema de governo republicano, foram-se revoltando e acabaram por conseguir terminar com a monarquia e implantar a República, como vinha acontecendo noutros países da Europa.


  • Isto aconteceu a 5 de Outubro de 1910.


  • A República foi proclamada dos Paços do Concelho (a Câmara Municipal) em Lisboa. A importância deste facto foi tal que se decidiu que essa data fosse um dia feriado.


  • O último rei foi D. Manuel II que partiu para Inglaterra com a restante família real, ficando aí a viver no exílio.


  • O primeiro presidente foi Teófilo Braga, mas foi apenas presidente do Governo Provisório até às eleições, onde foi eleito como primeiro Presidente de Portugal Manuel de Arriaga.


  • Clica aqui para saberes quem foram os Presidentes portugueses.


  • A implantação da República fez com que Portugal mudasse a sua bandeira e o seu hino para aqueles que temos actualmente e o nome da sua moeda para o escudo.



  • No entanto, nos finais do século XIX, havia muitas pessoas que achavam que a monarquia não era a melhor forma de governar um país: o rei reinava a vida toda.


  • Quando morria era o filho mais velho, o príncipe, que tomava o seu lugar.


  • E se tivesse ideias extravagantes que prejudicassem as pessoas?
    E se decidisse mal coisas importantes para o país?
    E se se deixasse influenciar demais por pessoas com más intenções?





  • Claro que estes problemas podem acontecer com qualquer governante, fosse ele um rei ou outro...
    No entanto, as vantagens de uma forma de governar diferente eram vistas como boas. Seria um sistema diferente: uma república.




quinta-feira, 29 de setembro de 2011

O dia Europeu Sem Carros

Alegrete Com Vida!...

Alegrete em Movimento!...


No âmbito do projecto Comenius Eco Schools, a Escola de Alegrete comemorou o dia Europeu sem Carros com a realização de uma gincana e de um passeio de Ciclo turismo.
Viva Alegrete, Viva Portugal, Viva a Europa, Viva o ambiente!...